Enterro de jovem morto em assalto é marcado por desejo de justiça

Osterno Guilherme Martins Linhares de Sousa, 16 anos, filho de um sargento do Corpo de Bombeiros, desejava seguir os passos do pai

atualizado

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Velório de adolescente
1 de 1 Velório de adolescente - Foto: null

Familiares, militares do Corpo de Bombeiros e amigos de Osterno Guilherme Linhares de Sousa, adolescente de 16 anos assassinado na porta de casa durante assalto na terça (13/11), se despediram, na tarde desta quarta-feira (14), do garoto que “sonhava em seguir o exemplo do pai e investir na carreira militar”.

O corpo foi velado na Capela 4 e sepultado no Cemitério de Taguatinga. Os presentes na cerimônia pediam justiça, uma vez que o assassino seguia foragido até a última atualização desta reportagem.

Inconsolável, a mãe de Guilherme, como era chamado, não abandonou o caixão do filho durante o velório. Precisou ficar sentada e recebeu apoio de familiares. Em silêncio durante quase toda a cerimônia, a mulher acariciava e beijava o rosto do filho pela última vez.

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Mãe e irmão da vítima passaram mal durante o velório
Adolescente de 16 anos foi morto a tiros durante um assalto
Enterro reuniu 70 pessoas, entre amigos, família e colegas de corporação do pai da vítima
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Enterro reuniu 70 pessoas, entre amigos, família e colegas de corporação do pai da vítima

Victor Fuzeira/Metrópoles
Mãe e irmão da vítima passaram mal durante o velório
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Mãe e irmão da vítima passaram mal durante o velório

Victor Fuzeira/Metrópoles
Adolescente de 16 anos foi morto a tiros durante um assalto
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Adolescente de 16 anos foi morto a tiros durante um assalto

Victor Fuzeira/Metrópoles

Para Antônio Jordan, um dos irmãos de Guilherme, “a dor maior é saber que meu irmão não vai realizar nenhum dos sonhos dele”. Assim como a mãe, o rapaz precisou de assistência médica, pois passou mal durante o velório e chegou a desmaiar. “Meu irmão morreu inocente. Tudo dói, principalmente não saber quem fez isso com ele”.

Segundo o vizinho Sudário Teixeira, 41, Guilherme teria reagido ao assalto, na QNO 18, Setor O de Ceilândia. “Estava na calçada, esperando pai dele vir buscar. Foi assaltado e reagiu, entrou em luta com o assaltante”, disse.

Para o projetista, não é de hoje que a região é perigosa. “Ouvi o tiro, abri meu portão e sai correndo, quando cheguei ele estava agonizando. Não tinha mais o que pudesse fazer.”

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