Tebet e Ciro defendem punição para presidente da Caixa por assédio
Tebet defendeu demissão sumária de Pedro Guimarães e Ciro disse que é caso de ir para a cadeia
atualizado
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Durante o diálogo com representantes do setor industrial, reunidos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), dois presidenciáveis defenderam duras punições para o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, acusado por um grupo de funcionárias do banco de assédio sexual.
A pré-candidata da 3ª via pediu “demissão sumária” para Guimarães. “As mulheres no ambiente de trabalho tem que sofrer caladas porque sabem que serão demitidasse não aceirarem esse assédio. Não vão aceitar isso de qualquer dirigente. Ainda mais de uma Caixa Econômica Federal, uma estatal. Tem que ser sumariamente demitido e vamos estar muito atentas, observados o devido processo legal, na bancada feminina, para que ele possa sofrer as penalidades exigidas pela lei se comprovado o fato”, disse Tebet.
Já o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes (CE), foi além e apontou que ele precisa responder juridicamente e ir para “cadeia”, caso fique comprovado o constrangimento que impôs sobre as mulheres.
“Uma autoridade pública que usa de seu poder para constranger sexualmente mulheres é bandido. Tinha que respoder e ir para a cadeia”, disse Ciro.
A expectativa é que Guimarães deixe o cargo ainda nesta quarta-feira (29/6), um dia após o Metrópoles revelar as denúncias de assédio sexual, que já estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal.
Na parte da tarde, os empresários esperam ouvir o presidente Jair Bolsonaro no diálogo promovido pela entidade.















