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Distrito Federal

Efeito Brumadinho: GDF proíbe caminhões na barragem do Paranoá

A decisão veio após apresentação de um relatório da CEB apontar fissuras no asfalto

Suzano Almeida29/01/2019 18:14, atualizado 29/01/2019 21:03
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RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES
Efeito Brumadinho: GDF proíbe caminhões na barragem do Paranoá

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai proibir o trânsito de caminhões na barragem do Paranoá. A decisão veio após a apresentação de um relatório da Companhia Energética de Brasília (CEB), nesta terça-feira (29/1), no qual foram expostas fissuras no asfalto.

Segundo o presidente da CEB, Edison Garcia, o local está classificado como risco baixo. Ainda assim, não deveria ter o trânsito continuado de veículos maiores. Por isso, prossegue ele, “necessita de impermeabilização o quanto antes”.

Além da restrição a caminhões, o governo estuda a redução da velocidade para automóveis. Porém, por causa do impacto social, ainda analisa a questão da circulação dos ônibus. Ainda de acordo com o relatório, a represa não apresenta risco às comunidades residentes próximas ao espelho d’água.

Laudo
Após a tragédia em Brumadinho (MG), que deixou um rastro de destruição e mortes na última sexta-feira (25), Ibaneis determinou a elaboração de um laudo sobre a barragem do Paranoá.

Veja:

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No entanto, entidade ainda não recebeu nenhum relatório
Para acompanhar a situação, o conselho criou uma comissão
Crea-DF encaminhou pedido de informações à CEB sobre a situação da barragem do Descoberto
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Crea-DF encaminhou pedido de informações à CEB sobre a situação da barragem do Descoberto

No entanto, entidade ainda não recebeu nenhum relatório
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No entanto, entidade ainda não recebeu nenhum relatório

Para acompanhar a situação, o conselho criou uma comissão
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Para acompanhar a situação, o conselho criou uma comissão

No entanto, as condições da estrutura já preocupam há mais tempo o Conselho de Engenharia e Agronomia (Crea-DF). Em 17 de dezembro de 2018, a entidade solicitou à Companhia Energética de Brasília CEB informações sobre a manutenção e segurança do local. Dez dias depois, criou uma comissão para acompanhar o assunto.

Ao Metrópoles, o chefe do Executivo informou que no asfalto da pista acima da represa há fissuras e, para garantir que não haja problemas mais graves, solicitou à CEB e ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) uma avaliação.

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