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Educação

Livros de direitos humanos são rasgados na Biblioteca da UnB

A instituição vai levar o caso à Polícia Federal para tentar descobrir os culpados

04/10/2018 18:44, atualizado 06/10/2018 14:23
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Livros de direitos humanos são rasgados na Biblioteca da UnB

Livros com a temática de direitos humanos foram rasgados na Biblioteca Central do Estudante (BCE), na Universidade de Brasília (UnB). Um repositor da instituição, ao devolver obras usadas por alunos às estantes, encontrou cinco exemplares com todas as páginas rasgadas no meio. A UnB deve levar o caso à Polícia Federal, para apurações.

Segundo um bibliotecário do prédio que pediu para não ser identificado por medo de retaliações, casos isolados de livros rasgados vêm acontecendo desde o início de 2018. Como esse tipo de coisa ocorre de vez em quando, os funcionários demoraram a perceber uma constante: eram apenas obras com a temática de direitos humanos.

“Temos câmeras na biblioteca, mas, infelizmente, há uma grande circulação no local, além de que [os equipamentos] não filmam as estantes”, lamenta o servidor.

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Embora o prédio tenha câmeras de segurança, a alta movimentação de alunos dificulta identificar suspeitos
A UnB acionou a Polícia Federal para investigar o caso
A esperança é tentar identificar suspeitos pelas digitais
A Universidade de Brasília tinha quatro exemplares deste livro: dois foram rasgados
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A Universidade de Brasília tinha quatro exemplares deste livro: dois foram rasgados

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Embora o prédio tenha câmeras de segurança, a alta movimentação de alunos dificulta identificar suspeitos
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Embora o prédio tenha câmeras de segurança, a alta movimentação de alunos dificulta identificar suspeitos

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A UnB acionou a Polícia Federal para investigar o caso
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A UnB acionou a Polícia Federal para investigar o caso

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A esperança é tentar identificar suspeitos pelas digitais
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A esperança é tentar identificar suspeitos pelas digitais

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Embora muitos alunos manipulem os livros, a direção da instituição tem esperanças de encontrar impressões digitais que levem aos suspeitos. Em nota, a universidade informou que “está, no momento, fazendo uma varredura em outros títulos acerca desse assunto, de forma a verificar se há mais obras rasgadas”. A instituição ainda reiterou seu repúdio a “quaisquer atos de vandalismo”.