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Educação

Alunos da Escola Classe 1 da Estrutural são transferidos para o SIA

Novo prédio da instituição de ensino teve a estrutura adaptada para receber os estudantes

08/10/2015 05:30, atualizado 08/10/2015 18:08
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Tiago Oliveira/Secretaria de Educação do DF
Alunos da Escola Classe 1 da Estrutural são transferidos para o SIA

Depois de serem transferidos para o Cruzeiro, Guará e dois endereços na Asa Sul nos últimos três anos, os alunos da Escola Classe nº 1 da Estrutural ganharam um espaço para chamar de seu. Pelo menos, por enquanto.

O novo local, no trecho 2 do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), teve a estrutura adaptada para receber os estudantes e conta com quatro andares, 18 salas de aula, videoteca, laboratório de informática, biblioteca e ginásio de esportes.

Tiago Oliveira/Secretaria de Educação do DF
O prédio do SIA foi reformado para receber os alunos da Estrutural

Segundo Fábio Pereira de Sousa, subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, as crianças tinham que acordar muito cedo para estudar nos antigos endereços, o que os prejudicava pedagogicamente.

“Buscamos um espaço mais perto da residência deles. Esse é o prédio mais próximo que encontramos. Fica a 10 minutos da Estrutural”, explica Sousa.

Até segunda ordem, as crianças devem ficar no SIA. O prédio é alugado, mas o contrato não tem data limite. O plano da pasta é abrir novas vagas para o espaço, que tem estrutura para abrigar mais alunos. Hoje, a instituição de ensino tem 800 estudantes matriculados em turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental e tem capacidade para abrigar até 1,2 mil estudantes.

Tiago Oliveira/Secretaria de Educação do DF
Banheiros da nova unidade da Escola Classe 1 da Estrutural

Em 2012, o espaço construído próximo ao lixão foi interditado pela Defesa Civil e assim permanece até hoje. Segundo a Secretaria de Educação, o cheiro de gás com o odor desagradável vindo do lixão provocava mal-estar nos professores e alunos. Além disso, a Defesa Civil constatou que havia riscos de explosão no prédio.

Hoje o órgão faz um estudo para determinar o que deve ser feito com a construção. Também participam da análise o Corpo de Bombeiros, o Instituto Federal de Brasília e a Universidade de Brasília (UnB).