Hora de encher o tanque. Litro da gasolina é vendido a R$ 3,79 no DF

O valor é cobrado pelo Posto da Torre, no início da Asa Sul, apenas para pagamentos em dinheiro

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atualizado 07/01/2019 17:20

O preço da gasolina caiu ainda mais no Distrito Federal. Nesta segunda-feira (7/1), o brasiliense consegue abastecer desembolsando R$ 3,799 por litro do combustível. O valor é cobrado pelo Posto da Torre, no início da Asa Sul, apenas para pagamentos em dinheiro.

Em outros postos da Asa Norte, Asa Sul, Guará, Águas Claras e Taguatinga, é possível encontrar o produto sendo vendido de R$ 3,889 a R$ 3,988, para pagamentos em dinheiro ou com cartão de débito.

Na semana passada, o Metrópoles mostrou que, além da redução, os estabelecimentos estão vendendo gasolina em seis parcelas, sem juros, no cartão. Foi o caso do posto da Shell na 109 Norte. Leandro Martins, gerente de pista da empresa, explicou que o parcelamento é uma medida implementada para favorecer clientes com dificuldade para bancar o preço total.

Nesta segunda, a Petrobras decidiu manter o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias em R$ 1,4537, o menor patamar desde meados de fevereiro de 2018. A redução no preço acompanha a queda do dólar, um dos indicadores que refletem o valor do produto, além do preço do barril do petróleo.

“Além da queda nas refinarias, o consumidor também está mais atento e pesquisando, o que acirra a competitividade”, explica Gilmar Gomes, gerente de uma rede de postos.

O servidor público Antonio Almeida Lima, 43 anos, comemora a queda e diz que atualmente tem mantido o tanque cheio: “Sei lá. Um dia desses o preço pode subir. Estou aproveitando essa onda de queda e abastecendo sempre que o ponteiro desce”. Morador de Águas Claras, ele roda cerca de 55 quilômetros por dia para sair de casa e ir trabalhar no final da Asa Norte.

A mesma estratégia está adotando a secretária Ana Elisa Vieira, 31. Moradora de Taguatinga, ela não abre mão de manter o tanque cheio. “Com esse preço, está mais em contra trabalhar de carro”, afirma ela, que divide o combustível com uma amiga. “Tem quase um mês que trocamos o metrô pelo automóvel. São quatro passagens a R$ 5. Fica mais barato abastecer”, justifica.

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