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Distrito Federal

Dupla que matou parente de PM com tiro na cabeça é condenada no DF

O crime foi cometido em 25 de setembro de 2022, em Brazlândia. Após o homicídio, réus fugiram para a Bahia. Crime foi motivado por vingança

Jéssica Ribeiro25/10/2023 09:17
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Reprodução
Imagem colorida de um homem com barba e boné preto - Metrópoles

O Tribunal do Júri de Brazlândia condenou, nessa terça-feira (24/10), Italo Custodio da Cruz, 22 anos, e João Víctor Miranda Candido, 19, a 14 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo assassinato de Denerson Albernaz da Silva (foto em destaque).

O crime foi cometido em 25 de setembro de 2022, na Vila São José, em Brazlândia (DF).

A vítima estava em uma moto e conversava com a mãe quando foi abordada pelos assassinos, que estavam em bicicletas. Um dos disparos atingiu a cabeça da vítima. Em seguida, a dupla fugiu.

Veja:

Dupla que matou parente de PM com tiro na cabeça é condenada no DF - destaque galeria
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Denerson tinha 37 anos
Ele conversava com a mãe, quando foi atingido por um tiro na cabeça
A vítima trabalhava como motorista e deixa um filho
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A vítima trabalhava como motorista e deixa um filho

Reprodução/Redes sociais
Denerson tinha 37 anos
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Denerson tinha 37 anos

Reprodução/Redes sociais
Ele conversava com a mãe, quando foi atingido por um tiro na cabeça
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Ele conversava com a mãe, quando foi atingido por um tiro na cabeça

Reprodução/Redes sociais

Tempos depois, os réus foram identificados e monitorados por investigadores da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia). Ambos haviam fugido para o interior da Bahia e se escondido no município de Angical.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o homicídio foi motivado por vingança. Os réus acreditarem que a vítima teria passado informações sobre o tráfico de drogas na região a um parente, que é policial militar.

Na sessão de julgamento, os jurados entenderam que o crime foi praticado por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e contra parente de policial militar. Os réus não poderão recorrer em liberdade e suas prisões preventivas foram mantidas.

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