“Dr. Bumbum” e mãe foram suspeitos de homicídio em 1997, diz site

Detetive que investigou o caso à época encontrou contradições nos depoimentos dos médicos Denis e Maria de Fátima Furtado

Daniel Castelo Branco/Agencia O Dia/AEDaniel Castelo Branco/Agencia O Dia/AE

atualizado 20/07/2018 22:29

O médico Denis César Furtado, conhecido como Dr. Bumbum, e sua mãe, a também médica Maria de Fátima Furtado, já foram acusados de um homicídio no passado, mais precisamente há 21 anos. À época, a dupla foi indiciada pela morte de José Roberto Camilo Monteiro, assassinado com um tiro na cabeça em 12 de março de 1997, em uma casa no Recreio dos Bandeirantes (RJ). As informações são do portal G1 do Rio de Janeiro.

Fontes ouvidas pelo site de notícias alegaram que, apesar dos indícios, as investigações não seguiram adiante. O processo consta como arquivado no site do Tribunal de Justiça do estado (TJRJ).

Segundo a reportagem, Denis e a mãe moravam com José Roberto e o filho dele. Um detetive que investigou o caso identificou contradições nos depoimentos de Maria de Fátima e de Denis, à época com 24 anos, e pediu o indiciamento de ambos.

A mulher disse estar deitada de bruços quando ouviu um barulho de tiro. Conforme seu depoimento, Maria de Fátima teria sido impedida de se virar por uma pessoa que tentou sufocá-la com um travesseiro. No entanto, o travesseiro não aparentava ter sido utilizado.

O relatório obtido pelo G1 segue a narrativa de que a mãe do Dr. Bumbum teria tentado levantar o companheiro da cama e não conseguiu por conta do peso. No entanto, laudo pericial constatou: o corpo não foi removido da posição original em momento algum.

Metrópoles tentou contato com a defesa dos dois, mas a advogada Naiara Baldanza preferiu não se manifestar. Ela disse pretender ir ao Rio de Janeiro para conversar pessoalmente com seus clientes.

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