Distritais acionam consultoria sobre projeto ligado ao Banco Master

Projeto de lei, de autoria do GDF, quer revogar a norma aprovada em agosto de 2025 que permitia a aquisição do Banco Master pelo BRB

atualizado

metropoles.com

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Câmara Legislativa do Distrito Federal CLDF aprova o projeto de Lei Complementar que institui o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília PPCUB – metrópoles4
1 de 1 Câmara Legislativa do Distrito Federal CLDF aprova o projeto de Lei Complementar que institui o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília PPCUB – metrópoles4 - Foto: <p>IGO ESTRELA/METRÓPOLES<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Deputados distritais pediram, nesta terça-feira (19/5), que a Consultoria Legislativa (Conlegis) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) analise o projeto de lei que revoga a norma aprovada em agosto de 2025 que permitia a aquisição do Banco Master.

A solicitação foi feita após dúvidas dos parlamentares em relação a prejudicialidade do projeto, de autoria do Governo do DF, uma vez que a instituição financeira já passou por liquidação.

O Metrópoles apurou que a probabilidade é que o texto seja arquivado, após análise da consultoria, por “perda do objeto”.

O parecer solicitado deverá ser entregue aos deputados em dois dias. Em seguida, o documento será lido no Plenário da Casa na próxima terça-feira (26/5).

A Conlegis é o órgão responsável pelo trabalho de consultoria e assessoramento especializado ao processo legislativo.

O projeto

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), enviou aos deputados distritais o projeto que revoga a aquisição do Banco Master em 14 de maio.

“Estamos corrigindo tudo o que é necessário dentro do BRB, com transparência, compliance e afastamento dos envolvidos no caso do Master”, disse Celina ao Metrópoles.

O PL anulava a Lei nº 7.739/2025, aprovada pela CLDF e que autorizava a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do capital social do Banco Master.

O texto foi aprovado por 14 votos a favor e sete contrários. O projeto foi questionado por integrantes da oposição e do Sindicato dos Bancários. Antes da votação, parlamentares críticos ao texto acionaram a Justiça e protocolaram um mandado de segurança para tentar travar a aprovação.

A aprovação ocorreu em paralelo ao pedido que o BRB fez ao Banco Central para aquisição do Master, questionando à época. Em setembro, o BC rejeitou a operação.

Em novembro, a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, que investiga prejuízos bilionários ao BRB nos negócios com o Master. Foi revelado, então, que o BRB já havia adquirido mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito supostamente falsas enquanto tentava comprar o próprio Master

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