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Distrito Federal

DF: traficante vendia drogas cotadas em dólar pelo WhatsApp

Operação da Cord, da Polícia Civil do Distrito Federal, prendeu suspeito de 29 anos que agia em áreas nobres da capital

05/12/2019 09:13, atualizado 05/12/2019 14:10
PCDF/Divulgação
DF: traficante vendia drogas cotadas em dólar pelo WhatsApp

A Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), da Polícia Civil do DF, deflagrou a Operação Moustache, para combater o tráfico interestadual de haxixe, cocaína e cigarros eletrônicos com altíssimo teor de THC. Dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva foram cumpridos. O alvo é um homem de 29 anos acusado de vender drogas em áreas nobres do DF, além de traficantes e usuários de outros estados.

De acordo com as investigações, o jovem de classe média alta negociava os entorpecentes por meio do aplicativo WhatsApp. Também costumava fazer as remessas pelos Correios. “O autor tinha em casa uma arma de fogo registrada em nome de terceiro”, disse o delegado Rogério Henrique Oliveira, coordenador da Cord.

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Durante operação deflagrada na quarta-feira (04/12/2019), os policiais cumpriram mandado na casa do acusado e apreenderam: 100 g de haxixe; 20 g de cocaína; 10 cigarros eletrônicos de maconha; 25 refis de cigarro eletrônico com essência e altíssimo teor de THC; comprimidos de ecstasy e uma arma de fogo tipo revólver, calibre .38, com quatro munições intactas; uma balança de precisão; rolo de papel filme transparente; embalagens plásticas para acondicionar drogas; tesoura; faca; celulares; notebook; bloco de anotações; agenda de contatos e um veículo utilizado pelo traficante.

“A variedade, a tipagem e o alto custo das drogas demonstram a influência desse traficante em áreas nobres de Brasília, onde eram comercializados, com destaque para os cigarros eletrônicos de maconha e os refis com essências, todos cotados em dólar”, detalha o delegado Erison Abdala, diretor da Divisão de Repressão às Drogas II (DRD), da Cord.

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O homem foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. Após as medidas legais, ele foi recolhido à carceragem da PCDF, onde permanece à disposição da Justiça.