DF: após desabamentos, Inmet volta a emitir alerta de tempestade
Segundo os meteorologistas, a previsão é de que chova de 20 a 30 mm/h, podendo chegar a 50 mm/h, já na tarde desta quarta-feira (11/12/2019)
atualizado
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Um dia após as fortes chuvas provocarem desabamentos e erosões, como a cratera que se abriu em estacionamento da 709/909 Sul, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil voltaram a emitir alertas para perigo potencial de tempestades.
Segundo os meteorologistas, a previsão é de que chova de 20 a 30 mm/h, podendo chegar a 50 mm/h, já na tarde desta quarta-feira (11/12/2019). As preciptações devem vir acompanhadas de ventos intensos, de até 60 km/h.
Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. Por meio de mensagens, a Defesa Civil pediu que os brasilienses “procurem abrigo a tempestade e evitem pontos de alagamento”.
Cratera
Nesssa terça-feira (10/12/2019), os brasilienses se assustaram com a cratera que se abriu em estacionamento de área comercial da Asa Sul. O chão próximo a uma obra cedeu, engolindo quatro veículos. O aviso desta quarta (11/12/2019) deixa moradores dos arredores da região preocupados com a possibilidade de novos desabamentos.
Ainda nesta tarde, uma escavadeira inicial a remoção dos carros. A explicação inicial é de que houve a ruptura de uma tubulação de água pluvial. Com isso, o solo atrás do muro de arrimo ficou extremamente encharcado e a estrutura cedeu.
Em operação rápida, operários retiraram os tapumes que cercam o local para a entrada da escavadeira. Logo em seguida, a contenção provisória voltou ao local para evitar a passagem de pessoas.
Veja o vídeo com o início de trabalho da escavadeira:
Confira fotos dos trabalhos no local:
Segundo o capitão Souza Mendes, oficial de informação pública do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o acesso aos prédios vizinhos foi liberado. “Os dois prédios com clínicas médicas também estão funcionando normalmente. As pessoas podem vir trabalhar e fazer as consultas tranquilamente”, afirmou Mendes.
Já de acordo com a Defesa Civil, houve falha na execução do projeto de engenharia na obra. “Algum erro ocorreu entre o que foi planejado e o que foi executado. Quando você executa um projeto, todas as variáveis precisam ser consideradas”, aponta o coronel Sérgio Bezerra, subsecretário do órgão.












