Após dois anos apagada, chama do Panteão da Pátria é reacesa

Monumento da Praça dos Três Poderes estava às escuras desde setembro de 2016, quando houve um vazamento de gás na "chama da democracia"

Rafaela Felicciano/MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

atualizado 23/10/2018 9:58

A “chama eterna da democracia” do Panteão da Pátria Tancredo Neves foi reacesa na noite dessa segunda-feira (22/10). O símbolo estava desde setembro de 2016 apagado.

O motivo da intervenção, à época, foi um vazamento de gás. O local precisou ser interditado pela Defesa Civil para a realização de perícia e reparação do problema.

A estrutura, que representa o amor incondicional ao país, voltou a funcionar depois de passar por modernização no sistema de gás, com capacidade para conservar mil litros de combustível. O investimento total foi de R$ 149,7 mil, custeado pela Secretaria de Cultura do DF.

Inaugurado em 7 de Setembro de 1986, o monumento fica na Praça dos Três Poderes e homenageia heróis brasileiros. No acervo, obras permanentes, como o Mural da Liberdade, de Athos Bulcão; o Painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara; o Vitral, de Marianne Perretti e o Livro de Aço dos Heróis Nacionais. Em 2007, foi  tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).