Crueldade: pit-bull esfaqueada e jogada em lixão não resiste e morre

Cadela chegou a ser socorrida e internada em estado grave. Ela morreu nesta sexta-feira (17/4) sob forte comoção de defensores dos animais

atualizado

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1 de 1 anonimizada-studio-3-2-9 - Foto: Redes sociais/Reprodução

A cadela da raça pit-bull, que foi esfaqueada e abandonada em um lixão da Estrutural (DF), não resistiu aos graves ferimentos e morreu na tarde desta sexta-feira (17/4). Batizada de Joana, ela foi socorrida por moradores na quinta-feira (16/4) e levada em estado grave para um hospital veterinário.

A advogada e especialista em Direito Animal, Ana Paula de Vasconcelos, participou do resgate e fez uma publicação emocionante nas redes sociais. No post, ela pede perdão à Joana pela maldade humana: “você encontrou humanos que te machucaram, que falharam com você da pior forma possível, que não enxergaram a sua pureza, a sua doçura, e a sua inocência”.

Ana Paula agradeceu ainda pela compaixão das pessoas dispostas a ajudar na recuperação da cadela. A advogada afirmou que vai continuar no movimento em prol da defesa dos animais e contra os maus-tratos.

“Te prometo, Joana: vamos continuar lutando por eles. Por você. Sempre”. 

O animal foi encontrado em uma poça d’água por moradores que escutaram gemidos de dor e choro. A mulher que flagrou e filmou a cena disse ter visto uma criança deixando a cadela ferida no lixão.

Após acionar a polícia, a pit-bull foi levada em estado grave para um hospital veterinário onde ficou internada.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais (DRCA), investiga o caso. Policiais foram até o local onde o animal foi encontrado em busca de pistas para identificar o autor do crime.

O delegado-chefe da DRCA, Jonatas Silva, disse que o caso será apurado com bastante rigor. “Nós não vamos tratar isso com tolerância. A Polícia Civil vai até o fim. Se alguém souber de qualquer informação, pedimos que denuncie”, disse.

Ainda de acordo com o delegado, esse não foi um caso isolado. “A violência contra os animais se repete e é sinal de algo muito mais grave que pode estar acontecendo”, destacou.

O crime de maus-tratos contra animais está previsto previsto no Código Penal e pode ocasionar em pena de até cinco anos de prisão.

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