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Grande Angular

CPI do DF marca apresentação e leitura de relatório para o dia 29/11

Após nove meses de trabalhos de oitivas e investigações, CPI do DF se aproxima de relatório final, que será apresentado em 29 de novembro

16/11/2023 10:13, atualizado 16/11/2023 20:39
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Hugo Barreto/Metrópoles
Anderson Torres senta no plenário da CLDF para depor em CPI do 8/1

A apresentação e leitura do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, em andamento na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), acontecerá em 29 de novembro, última quarta-feira do mês. A confirmação da data se deu na manhã desta quinta-feira (16/11), durante a última oitiva.

No dia 29, a sessão plenária será cancelada para que toda a atenção da CLDF esteja concentrada no relatório. Apresentado pela manhã, às 9h, ele será votado pela tarde do mesmo dia, após o almoço. São previstas 3 horas para leitura do texto e mais 15 minutos de discussão entre os deputados titulares e 10 minutos para os suplentes.

A CPI ouve hoje o coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Reginaldo de Souza Leitão, a partir das 10h. Acompanhe ao vivo:

Entre críticas e apoios ao relatório apresentado no Congresso Nacional, os deputados distritais devem indiciar ainda mais pessoas. A expectativa da Casa é a de um texto com cerca de 100 nomes indiciados.

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Na CPMI, foram mais de mil páginas apresentadas por Eliziane Gama, que pedem o indiciamento de 61 pessoas, entre civis e militares. Dentre os nomes, estão o do ex-presidente Jair Bolsonaro, dos ex-ministros Braga Netto e Augusto Heleno, e do ex-chefe da Ajudância de Ordens Mauro Cid.

Imputar crimes a figuras politicamente fortes como essas acabou pressionando a CPI do DF, que produziu um trabalho cronologicamente mais extenso e poderia ser criticada caso “pegasse leve” com os envolvidos na trama golpista.

CPI do DF marca apresentação e leitura de relatório para o dia 29/11 - destaque galeria
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General Gonçalves Dias depõe à CPI dos Atos Antidemocráticos, da CLDF
Deputado distrital Hermeto (MDB)
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa (CLDF) ouviu o depoimento de Ana Priscila, na manhã de quinta-feira (28/9). Ela é apontada como uma das lideranças do movimento bolsonarista que invadiu os prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro
Deputados distritais na oitiva de Walter Delgatti
Deputado distrital Fábio Felix (PSol)
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Deputado distrital Fábio Felix (PSol)

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General Gonçalves Dias depõe à CPI dos Atos Antidemocráticos, da CLDF
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General Gonçalves Dias depõe à CPI dos Atos Antidemocráticos, da CLDF

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Deputado distrital Hermeto (MDB)
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Deputado distrital Hermeto (MDB)

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa (CLDF) ouviu o depoimento de Ana Priscila, na manhã de quinta-feira (28/9). Ela é apontada como uma das lideranças do movimento bolsonarista que invadiu os prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa (CLDF) ouviu o depoimento de Ana Priscila, na manhã de quinta-feira (28/9). Ela é apontada como uma das lideranças do movimento bolsonarista que invadiu os prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro

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Deputados distritais na oitiva de Walter Delgatti
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Deputados distritais na oitiva de Walter Delgatti

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O major do GSI José Eduardo Natale
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O major do GSI José Eduardo Natale

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Presidente vai pedir prorrogação de prazo da CPI
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Presidente vai pedir prorrogação de prazo da CPI

Francisco Dutra / Metrópoles
General Augusto Heleno
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General Augusto Heleno

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O autônomo Armando Valentin Settin Lopes de Andrade, 46 anos, acabou detido em flagrante horas depois de participar da invasão às sedes dos Três Poderes
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O autônomo Armando Valentin Settin Lopes de Andrade, 46 anos, acabou detido em flagrante horas depois de participar da invasão às sedes dos Três Poderes

Eurico Eduardo / Agência CLDF
“Não vou comentar o depoimento do general aqui. Mas houve operação com 500 policiais militares ali parados, esperando autorização do Exército para retirar o acampamento. Alguém vir aqui e dizer que [a PMDF] não agiu, [que] não era atribuição [dela], [que] não estava fazendo, é meio complicado. Precisa ser apurado por essa CPI", afirmou
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“Não vou comentar o depoimento do general aqui. Mas houve operação com 500 policiais militares ali parados, esperando autorização do Exército para retirar o acampamento. Alguém vir aqui e dizer que [a PMDF] não agiu, [que] não era atribuição [dela], [que] não estava fazendo, é meio complicado. Precisa ser apurado por essa CPI", afirmou

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Na ocasião, Cid também fez uso do direito ao silêncio em praticamente toda a oitiva
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Na ocasião, Cid também fez uso do direito ao silêncio em praticamente toda a oitiva

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Militar prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF)
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Militar prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF)

Vinícius Schmidt/Metrópoles
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Mas, ao mesmo tempo em que o documento final da CPI do DF sofre a pressão de manter a linha ofensiva contra golpistas, há o desafio de continuar o equilíbrio técnico que dialogue com a forma como foram conduzidas as sessões.

Boa parte dos depoentes que foram ouvidos em oitivas no Congresso e na Câmara Legislativa criticaram a “espetacularização” da CPMI e elogiaram a serenidade dos distritais.

O relator da CPI do Distrito Federal, deputado Hermeto (MDB), é enfático avaliando o documento apresentado por Eliziane: “Extremamente político”.