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Distrito Federal

Covid: ocupação de leito adulto está em 100%; há 33 pessoas na espera

Na manhã desta quarta-feira (2/2), há somente três leitos neonatais vagos. Ocupação geral para tratamento do novo coronavírus é de 96,77%

02/02/2022 08:13, atualizado 02/02/2022 08:14
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Hospital de Base

A taxa de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) voltadas para pacientes adultos com Covid-19 na rede pública do Distrito Federal está em 100% nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (2/2). De acordo com o sistema InfoSaúde, do GDF, atualizado às 6h40, a ocupação atual de UTIs para tratamento do novo coronavírus, no geral, é de 96,77%.

A lista de espera por UTIs na rede pública de saúde tem 33 pessoas com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus.

Como a Covid age em nosso organismo:

Covid: ocupação de leito adulto está em 100%; há 33 pessoas na espera - destaque galeria
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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19
No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia
Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações
Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas
A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença
Os testes laboratoriais confirmaram que o medicamento é capaz de conter a capacidade viral de mutações, como a Ômicron e a Delta, classificadas como variantes de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
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Os testes laboratoriais confirmaram que o medicamento é capaz de conter a capacidade viral de mutações, como a Ômicron e a Delta, classificadas como variantes de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

Getty Images
Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19
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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19

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No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia
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No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia

Andrea Piacquadio/Pexels
Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações
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Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações

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Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas
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Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas

Microgen Images/Science Photo Library/GettyImages
A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença
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A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença

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Atualmente, ela se assemelha a um resfriado, com dores de cabeça, dor de garganta, coriza e febre, segundo um estudo de rastreamento de sintomas feito por cientistas do King's College London
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Atualmente, ela se assemelha a um resfriado, com dores de cabeça, dor de garganta, coriza e febre, segundo um estudo de rastreamento de sintomas feito por cientistas do King's College London

Boy_Anupong/Getty Images
A mudança no perfil dos sintomas é um desafio no controle da pandemia, uma vez que as pessoas podem associá-los a uma gripe comum e não respeitar a quarentena, aumentando a circulação viral
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A mudança no perfil dos sintomas é um desafio no controle da pandemia, uma vez que as pessoas podem associá-los a uma gripe comum e não respeitar a quarentena, aumentando a circulação viral

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Um estudo feito no Reino Unido, com 38 mil pessoas, mostrou que os sintomas da Covid-19 são diferentes entre homens e mulheres
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Um estudo feito no Reino Unido, com 38 mil pessoas, mostrou que os sintomas da Covid-19 são diferentes entre homens e mulheres

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Enquanto eles costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre, elas estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e ter tosse persistente
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Enquanto eles costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre, elas estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e ter tosse persistente

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Os sintomas também mudam entre jovens e idosos. As pessoas com mais de 60 anos relatam diarreia com maior frequência, enquanto a perda de olfato é menos comum
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Os sintomas também mudam entre jovens e idosos. As pessoas com mais de 60 anos relatam diarreia com maior frequência, enquanto a perda de olfato é menos comum

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A maioria das pessoas infectadas que tomaram as duas doses da vacina sofre com sintomas considerados leves, como dor de cabeça, coriza, espirros e dor de garganta
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A maioria das pessoas infectadas que tomaram as duas doses da vacina sofre com sintomas considerados leves, como dor de cabeça, coriza, espirros e dor de garganta

Malte Mueller/GettyImages

“Esperamos que esta seja a última onda”, diz Ibaneis sobre Ômicron

Atualmente, há 9o leitos para Covid-19 ocupados e três vagos na rede pública. No entanto, entre as unidades disponíveis, todas são neonatais, não havendo UTIs adulto e pediátricas livres. Outros cinco leitos estão bloqueados.

UTIs Covid: taxa de ocupação adulto volta a 100% nesta segunda no DF

Os únicos leitos de UTI Covid-19 livres, neste momento, na rede pública estão no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Não há vagas em outras unidades públicas de saúde.

A rede privada está com taxa de ocupação de leito adulto em 70,07%. São 99 leitos de UTI Covid-19 preenchidos, 41 disponíveis e dois bloqueados. Os leitos pediátricos dos hospitais particulares também atingiram 100%.

Morte

Um bebê de 1 ano e 4 meses morreu enquanto esperava por um leito de UTI na rede pública de saúde do Distrito Federal. A criança, cujo teste acusou positivo para Covid-19, faleceu na segunda-feira (31/1), no pronto-socorro do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá.

A Secretaria de Saúde confirmou à coluna Grande Angular o óbito da criança. A pasta informou que a morte do bebê ocorreu devido a um quadro respiratório agudo. O resultado positivo para Covid saiu nessa terça-feira (1º/2).

Covid: ocupação de leito adulto está em 100%; há 33 pessoas na espera - destaque galeria
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Ocupação de leitos UTI e UCI Covid infantis chegou a 100% no dia 1º de fevereiro de 2022
O Hospital da Região Leste (HRL) registrou a morte de um bebê de 1 ano e 4 meses que estava com Covid e aguardava por leito de UTI
Não tem leitos disponíveis para crianças com Covid no DF
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Não tem leitos disponíveis para crianças com Covid no DF

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Ocupação de leitos UTI e UCI Covid infantis chegou a 100% no dia 1º de fevereiro de 2022
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Ocupação de leitos UTI e UCI Covid infantis chegou a 100% no dia 1º de fevereiro de 2022

Reprodução/InfoSaúde
O Hospital da Região Leste (HRL) registrou a morte de um bebê de 1 ano e 4 meses que estava com Covid e aguardava por leito de UTI
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O Hospital da Região Leste (HRL) registrou a morte de um bebê de 1 ano e 4 meses que estava com Covid e aguardava por leito de UTI

Breno Esaki/Agência Saúde DF

“A criança deu entrada na unidade na madrugada do dia 31 de janeiro com suspeita diagnosticada de pneumonia. Recebeu tratamento com antibióticos e iniciou a oxigenação, via cateter nasal, respondendo bem. No decorrer do tratamento, o quadro evoluiu com instabilidade respiratória, motivando a mudança de suporte respiratório para ventilação não invasiva”, disse a pasta.

A Secretaria de Saúde do DF afirmou que a equipe médica inseriu a criança na fila da regulação de leitos, com classificação de Prioridade 2, indicada para pacientes que necessitam de suporte ventilatório, no entanto, sem intubação. Segundo a pasta, o menino já estava recebendo a ventilação não invasiva e o suporte clínico de acordo com a sua necessidade, apesar de não ter ido para uma UTI.

“Às 18h de ontem [segunda-feira], a criança apresentou piora abrupta em seu quadro clínico e continuou recebendo acompanhamento médico. Porém, sofreu parada cardiorrespiratória, com tentativa de reanimação por 40 minutos. Apesar de todos os esforços protocolares da equipe médica, a criança foi a óbito. A pasta lamenta o ocorrido, reafirma as boas práticas e ressalta que não houve desassistência à criança”, disse.

Uma servidora do HRL disse à coluna, sob condição de anonimato, que a ocupação de leitos destinados a pacientes com Covid-19 na unidade “está tranquila”. Segundo a profissional, a maior dificuldade atual é em relação às crianças infectadas. “São bebês pequenos, muitos com idades abaixo de 2 anos, que não têm nem previsão de receber uma vacina contra Covid”, afirmou.

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