Coronel da PMDF fez vídeo antes de se entregar por ordem de Moraes. Veja vídeo

Vídeo do coronel Jorge Eduardo Barreto Naime foi compartilhado pela esposa dele nas redes sociais: “Não vou desistir”

atualizado

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Instagram @mariana.naime/Reprodução
captura de tela do perfil da esposa do coronel Naime
1 de 1 captura de tela do perfil da esposa do coronel Naime - Foto: Instagram @mariana.naime/Reprodução

O coronel da Polícia Militar do Distrito Federal, Jorge Eduardo Barreto Naime, gravou um vídeo dentro do carro antes de se entregar à Corregedoria da corporação na quarta-feira (11/3). A imagem foi compartilhada apenas na tarde desta quinta-feira (12) nas redes sociais da esposa do militar, a criadora de conteúdo digital Mariana Adôrno Naime.

No vídeo, o coronel diz que não vai discutir o mérito da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que decretou a prisão dele e de mais quatro ex-integrantes da cúpula da PMDF, mas que espera que as circunstâncias do 8 de Janeiro de 2023 sejam devidamente esclarecidas.

“Não vou desistir até que a verdade seja recolocada nos devidos lugares e a gente tenha o que realmente aconteceu naquele dia. Que seja devidamente esclarecido e que a Justiça seja feita”, disse.

Junto com o vídeo, Mariana Adôrno escreveu que essa não era uma forma de defesa do marido, “porque quem é inocente não teme a justiça, mas luta por ela”, mas um agradecimento aos apoiadores. “Mesmo ferido, perseguido e injustiçado, ele segue de cabeça erguida”, acrescentou.

“A maior injustiça do país”

Essa é a segunda vez que a esposa do coronel usa as redes sociais para se manifestar sobre a prisão do marido. Pouco depois do coronel ser o último dos cinco ex-membros da cúpula a se entregar, ela postou em seu perfil classificando a decisão do STF como “a maior injustiça do país”.

“Tempos sombrios, onde a gente tem visto impunidade, onde a gente tem visto a falta de responsabilidade com a Justiça. Mas eu creio que tudo isso vai ser restabelecido em breve, e começaremos uma nova fase”, escreveu.

Entenda a prisão

A prisão dos militares foi decretada devido ao trânsito em julgado do processo no qual os PMs foram condenados por omissão nos atos de 8 de Janeiro de 2023. Eles chegaram a ser presos no início do processo, mas foram colocados em liberdade mediante o uso de tornozeleira eletrônica.

Os PMs condenados são os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF no 8 de Janeiro; Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da PMDF; Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações; Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra; e Marcelo Casimiro Vasconcelos.

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