Coronavírus: bombeiro do DF cria célula de proteção para maca da ambulância

A proteção impede que gotículas produzidas pelo paciente atinjam a equipe e o interior da viatura, reduzindo o risco de contaminação

atualizado

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Divulgação/CBMDF
Cápsula de proteção
1 de 1 Cápsula de proteção - Foto: Divulgação/CBMDF

Um militar do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) criou uma célula de proteção acoplável à maca da ambulância para realizar o atendimento aos pacientes com suspeita do novo coronavírus.

Alan Eurymar é primeiro-sargento da corporação e está lotado no 8º Grupamento de Bombeiro Militar (Ceilândia). A cápsula de proteção impede que gotículas produzidas pelo paciente atinjam a equipe, o interior da viatura e o que estiver à sua volta, reduzindo, assim, o potencial de contaminação.

De acordo com o CBMDF, a ideia surgiu diante da dificuldade e da necessidade do profissional de proteger tanto ele como sua equipe e os familiares de todos. Com a célula, a assepsia da viatura e da equipe passa a ser menos trabalhosa. Com um risco menor, a expectativa é que a carga de estresse mental da equipe também reduz, elevando a qualidade do atendimento.

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A obra deve durar dois anos e gerar 300 empregos diretos e indiretos
Para a criação foram usados tubos de PVC, cola, plástico e velcros
Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência
Caminhão do Corpo de Bombeiros
A ideia do militar do CBMDF já circula em outros estados do Brasil com algumas adaptações
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A ideia do militar do CBMDF já circula em outros estados do Brasil com algumas adaptações

Divulgação/CBMDF
A obra deve durar dois anos e gerar 300 empregos diretos e indiretos
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A obra deve durar dois anos e gerar 300 empregos diretos e indiretos

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Para a criação foram usados tubos de PVC, cola, plástico e velcros
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Para a criação foram usados tubos de PVC, cola, plástico e velcros

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Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência
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Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência

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Caminhão do Corpo de Bombeiros
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Caminhão do Corpo de Bombeiros

Felipe Menezes/Metrópoles

O combatente é o responsável técnico de uma das unidades de resgate (UR) do 8º GBM, e usou tubos de PVC, cola, plástico e velcros para executar a sua criação. O custo total foi de R$ 130.

Ainda segundo a corporação, a ideia do militar já circula em outros estados do Brasil (foto de destaque) com algumas adaptações.

O projeto de Eurymar foi pensado para o atendimento a pacientes suspeitos ou confirmados da Covid-19, mas é possível que se adeque a outros casos e pode ser montado adaptado em macas rapidamente.

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