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Distrito Federal

Contra aumento de combustíveis, deputado aciona PCDF, Cade e Senacon

O litro da gasolina teve aumento de R$ 0,25, e o do etanol, de R$ 0,30 nos postos de combustível do Distrito Federal

01/04/2024 21:32, atualizado 01/04/2024 21:55
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Carro e posto - Metrópoles

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) apresentou representações contra o aumento de combustíveis no Distrito Federal à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e à Polícia Civil (PCDF).

Segundo o parlamentar, o reajuste foi um atentado contra a economia popular. “Isso é roubo”, assinalou. De acordo com o petista, não há justificativa legal para o aumento. “Quem anda em Brasília de carro não é por opção, porque o transporte público não presta”, argumentou.

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O litro da gasolina comum chegou a aproximadamente R$ 6 em alguns postos de combustíveis do Distrito Federal, nesta segunda-feira (1º/4).

O presidente do Sindicato dos Postos de Combustível, Paulo Tavares, afirmou que o aumento é reflexo do reajuste praticado pelas distribuidoras. O litro da gasolina teve alta de R$ 0,25 e o etanol, de R$ 0,30.

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Veja:

“Nós, revendedores, não compramos combustível de Petrobras, compramos das distribuidoras. E as distribuidoras, na última semana, realizaram dois reajustes”, explicou.

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O etanol teve aumento de R$ 0,30
Segundo os postos, o aumento partiu das distribuidoras
Aumento surpreendeu e revoltou motoristas
Gasolina tem aumento de R$ 0,25 no DF
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Gasolina tem aumento de R$ 0,25 no DF

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O etanol teve aumento de R$ 0,30
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O etanol teve aumento de R$ 0,30

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Segundo os postos, o aumento partiu das distribuidoras
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Segundo os postos, o aumento partiu das distribuidoras

Aumento surpreendeu e revoltou motoristas
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Aumento surpreendeu e revoltou motoristas

Vinícius Schmidt/Metrópoles

De acordo com o sindicato, as distribuidoras argumentaram que houve elevação do etanol e do anidro. Dessa forma, pela versão da associação, houve forte elevação nos preços dos combustíveis, entre os dias 25 e 31 de março.

O aumento chama a atenção diante dos preços da Petrobras – o da gasolina vendida pela Petrobras está 17% abaixo das cotações internacionais, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).