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Como agia grupo que furtava lojas sem arrombar portas no DF. Veja vídeo

Grupo “hackeava” portas de estabelecimentos em Planaltina para cometer furtos sem arrombamentos.

atualizado

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Suspeito - Metrópoles
1 de 1 Suspeito - Metrópoles - Foto: Material cedido ao Metrópoles

Os suspeitos do grupo desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)  nesta quarta-feira (10/12)  utilizavam equipamentos eletrônicos para clonar códigos de abertura de portas automáticas e acessar lojas sem deixar sinais de arrombamento.

 

Os criminosos “hackeavam” as portas dos estabelecimentos, copiando os sinais de acesso como se fossem usuários autorizados. O alvo principal eram lojas de celulares.

Em dois furtos consumados, os criminosos levaram mais de R$ 40 mil em eletrônicos. No terceiro caso, em 2 de dezembro, o disparo do alarme frustrou a ação e forçou a fuga de três suspeitos.

A 16ª Delegacia de Polícia mobilizou 25 agentes para cumprir três mandados de busca e apreensão nas Estâncias Mestre D’Armas I, IV e na Estância Planaltina nesta quarta-feira (10/12). O equipamento usado para clonar os códigos foi apreendido e encaminhado à perícia.

Um dos investigados confessou os crimes e teve monitoramento por tornozeleira eletrônica determinado pela Justiça. Outro já possuía prisão preventiva decretada por roubo a coletivos.

Codex
O nome Codex remete à ideia de quebra, neutralização e exposição de códigos clandestinos. Simboliza atuação da PCDF contra o uso ilegal de dispositivos capazes de captar e clonar sinais de portas automáticas, tecnologia empregada para facilitar furtos sem arrombamento.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, segundo a PCDF, o proprietário do dispositivo utilizado na clonagem dos códigos confessou os crimes e teve monitoramento por tornozeleira eletrônica determinado pela Justiça.

Outro investigado já possuía prisão preventiva decretada por roubo a coletivos. O equipamento eletrônico empregado nos furtos foi apreendido e encaminhado à perícia.

Segundo a PCDF, a Operação Codex segue em andamento para aprofundar a identificação dos envolvidos, localizar ferramentas utilizadas nos crimes e desarticular o esquema clandestino que vinha prejudicando comerciantes de Planaltina.

 

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