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Distrito Federal

Comandante fala sobre 1º grande teste da PMDF pós 8/1: "Ordem pública"

Primeiro ato da direita após o 8 de Janeiro de 2023 em Brasília, a manifestação pró-anistia contou com centenas de policiais militares

08/05/2025 03:15
FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Foto colorida de comandante da PMDF Ana Paula Habka

A comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Ana Paula Barros Habka, comentou sobre o esquema de segurança empregado pela corporação na manifestação bolsonarista, que ocorreu nessa quarta-feira (7/5), na área central de Brasília. O ato pedia anistia aos condenados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, que foi marcado por suposta negligência da alta cúpula  da corporação da época, que, inclusive, foi presa e responde processos no Supremo Tribunal Federal (STF) em conivência com os atos.

Diante do cenário, a comandante ressaltou que os militares mantiveram a ordem pública nessa primeira manifestação da direita após o vandalismo cometido em 8/1. “Nosso planejamento foi estruturado para garantir a segurança de todos os envolvidos, minimizar o impacto no trânsito e manter a ordem pública”, destacou.

A PMDF montou um cordão humano com cerca de 200 metros ao fim do ato pró-anistia dos condenados pelo 8 de janeiro de 2023. Helicópteros e pelo menos nove ônibus com centenas de militares ficaram a postos durante a passeata.

Veja imagens do cordão:

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O cordão humano foi montado ao fim do ato
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PMs fazem a segurança na Esplanada dos Ministérios
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PMs fazem a segurança na Esplanada dos Ministérios

O cordão humano foi montado ao fim do ato
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O cordão humano foi montado ao fim do ato

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Jade Abreu/Metrópoles

A concentração teve início por volta das 16h, nas proximidades do Eixo Ibero-Americano (antiga Funarte). De lá, os manifestantes seguiram em caminhada pela via S1 do Eixo Monumental até a Avenida José Sarney, nas imediações do Congresso Nacional.

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A manifestação contou com três faixas da via S1 temporariamente interditadas. Segundo a PMDF, a medida visou preservar o direito à manifestação sem comprometer completamente o fluxo de veículos, reduzindo os impactos no trânsito da região. O ato foi encerrado por volta das 17h30, sem qualquer intercorrência.

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Ato pró-anistia em Brasília, nesta quarta-feira (7/5)
Ato pró-anistia em Brasília, nesta quarta-feira (7/5)
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Ato pró-anistia do 8/1 em Brasília
Ato pela anistia em Brasília
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Ato pela anistia em Brasília

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Ato pró-anistia do 8/1 em Brasília
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Bolsonaristas marcham pela Esplanada dos Ministérios
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Bolsonaristas marcham pela Esplanada dos Ministérios

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Ato pró-anistia em Brasília, na quarta-feira (7/5)
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Ato pró-anistia em Brasília, na quarta-feira (7/5)

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Discursos

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) destacou o trabalho da Segurança Pública da capital no ato. “Os policiais do Governo do Distrito Federal se prepararam para a manifestação com todo o esquema de inteligência. Mas, como se percebe, essa é uma manifestação pacífica, de famílias que lutam democraticamente pelo que acreditam”, declarou Celina após a manifestação.

Assista:

Outros parlamentares do Distrito apareceram e discursaram no trio elétrico que conduzia o ato pró-anistia dos condenados pelo 8/1. Ao lado do pastor Silas Malafaia e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Izalci afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o atual governo querem “o ódio”.

“Estamos vendo a cada dia que este governo, o STF quer espalhar o ódio, a vingança. Por isso que precisamos aprovar, ‘anistia já’. Passando da Câmara dos Deputados para o Senado, não há dúvidas de que vamos aprovar essa matéria”, declarou.

Alberto Fraga (PL-DF) afirmou que conhece Bolsonaro desde 1982. “Sei do caráter dele e sei o que ele está passando. Por isso, vou lutar, dia e noite, anistia já”.

A deputada Bia Kicis (PL-DF) destacou que a manifestação tinha uma caráter de marcha e reforçou que o ato ocorreu durante a semana com o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares.