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Distrito Federal

Com ato na CLDF, policiais penais cobram regulamentação da carreira

Com ato na CLDF, categoria quer lei distrital para garantir regulamentação e inclusão no Fundo Constitucional antes de prazo eleitoral

24/03/2026 19:18
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Divulgação/Sindpol-DF
Com ato na CLDF, policiais penais cobram regulamentação da carreira

Policias penais do Distrito Federal realizaram, nesta terça-feira (24/3), uma mobilização na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), com assembleia seguida de ato público para reivindicar a adoção de medidas legais para garantir a regulamentação da carreira e sua inclusão no Fundo Constitucional do Distrito Federal.

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O ato reuniu os servidores em frente à Câmara Legislativa do Distrito federal (CLDF)
No ato, placas com a escrita "nossa luta é por isonomia com as demais forças de segurança do DF" estavam posicionadas
A categoria reivindica medidas legais para garantir a regulamentação da carreira
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A categoria reivindica medidas legais para garantir a regulamentação da carreira

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O ato reuniu os servidores em frente à Câmara Legislativa do Distrito federal (CLDF)
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O ato reuniu os servidores em frente à Câmara Legislativa do Distrito federal (CLDF)

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No ato, placas com a escrita "nossa luta é por isonomia com as demais forças de segurança do DF" estavam posicionadas
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No ato, placas com a escrita "nossa luta é por isonomia com as demais forças de segurança do DF" estavam posicionadas

Divulgação/Sindpol-DF

Segundo o presidente do Sindicato de Policiais Penais do Distrito Federal (Sindpol-DF), Paulo Rogério, o cenário da Polícia Penal é considerado atípico, visto que a PPDF deve ser organizada e mantida por meio do Fundo Constitucional.

O Governo do Distrito Federal (GDF) encaminhou à União uma proposta de regulamentação, que ainda depende de etapas federais.

No entanto, há um prazo crítico para que a reivindicação seja atendida e realizada: o andamento desse processo ultrapassa o prazo permitido pela legislação eleitoral para a adoção de medidas com efeitos administrativos mais amplos.

A consolidação do processo, mesmo com estrutura definida, passa por riscos de ser inviabilizada. A categoria defende, então, a aprovação de uma lei distrital que antecipe a consolidação do que já foi encaminhado à União, garantindo segurança jurídica dentro do prazo.

Ainda segundo o sindicato, a proposta não implica em criar ou aumentar despesas imediatamente, visto que os efeitos financeiros só devem aparecer após a inclusão formal da carreira no Fundo Constitucional do DF.

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