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Distrito Federal

Cliente exige que bar frite sapo como petisco e caso acaba em tiro no DF

Grupo de homens embriagados agrediu o funcionário do estabelecimento após este se recusar a preparar o anfíbio no local

30/10/2020 12:25, atualizado 30/10/2020 12:31
Reprodução
Cliente exige que bar frite sapo como petisco e caso acaba em tiro no DF

Um grupo de homens protagonizou uma confusão que terminou em tiroteio, após uma tarde de bebedeira, em um bar de Brazlândia. Tudo aconteceu porque os rapazes agrediram o funcionário do estabelecimento que se recusou a preparar um sapo como petisco, a pedido dos clientes. O caso aconteceu na noite dessa quarta-feira (28/10)

Em depoimento prestado na 18ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o proprietário da loja disse que os homens já estavam há várias horas bebendo, quando um deles retornou do banheiro, pediu uma dose de cachaça e, em tom jocoso, jogou um sapo no balcão e pediu para o funcionário fritar. Após o trabalhador se recusar e pedir para que o animal fosse retirado, o homem teria mordido o anfíbio e questionado se teria de comê-lo cru.

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A confusão começou pois os clientes exigiram que o funcionário preparasse um sapo trazido por eles no estabelecimento
A briga só foi contida após o proprietário disparar com uma arma de fogo. Ninguém foi atingido
A 18ª DP, de Brazlândia, é responsável pelas investigações do caso
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A 18ª DP, de Brazlândia, é responsável pelas investigações do caso

Igo Estrela/Metrópoles
A confusão começou pois os clientes exigiram que o funcionário preparasse um sapo trazido por eles no estabelecimento
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A confusão começou pois os clientes exigiram que o funcionário preparasse um sapo trazido por eles no estabelecimento

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A briga só foi contida após o proprietário disparar com uma arma de fogo. Ninguém foi atingido
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A briga só foi contida após o proprietário disparar com uma arma de fogo. Ninguém foi atingido

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A partir daí, os ânimos se exaltaram e, após xingamentos, a confusão com trocas de chutes e socos teve início. Em desvantagem, o funcionário do estabelecimento apanhava, até que o dono do local e tentou separar a briga. Vendo que não teria sucesso, o empresário sacou uma arma de fogo e disparou em direção a porta, onde não havia ninguém, cessando a confusão.

Todos foram, então, encaminhados para a 18ª DP, que investiga o caso. Praticante de tiro e com posse da arma utilizada, o proprietário alegou legítima defesa para efetuar o disparo, dizendo que temia pelo pior para seu funcionário e que, “se quisesse, teria acertado” os arruaceiros.

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