Celular de professor espancado e morto em parada do DF será periciado

Decisão do TJDFT acata pedido da defesa de Guilherme Teixeira, que confessou ter matado José Emmanuel ao receber uma proposta sexual

atualizado

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O corpo de João Emmanuel Ribeiro foi encontrado na manhã deste domingo (4/1), em uma parada de ônibus na DF-150, região do Grande Colorado, próximo à Sobradinho II (DF)
1 de 1 O corpo de João Emmanuel Ribeiro foi encontrado na manhã deste domingo (4/1), em uma parada de ônibus na DF-150, região do Grande Colorado, próximo à Sobradinho II (DF) - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou que seja realizada perícia no celular do professor José Emmanuel Ribeiro, 32 anos, (foto em destaque), morto em uma parada de ônibus de Sobradinho (DF) em 4 de janeiro deste ano. A decisão acata um pedido feito pela defesa de Guilherme Silva Teixeira, que confessou ter matado o professor.

Veja o depoimento de Guilherme Silva Teixeira

 

A decisão, assinada pelo juiz Evandro Moreira da Silva, determina que o celular da vítima, que já foi apreendido, seja periciado com urgência. “Oficie-se ao Instituto de Criminalística, para que realize o exame pericial no aparelho celular da vítima, com urgência, por se tratar de processo envolvendo preso”, determinou.

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Ele é filho de George Moura, vice-prefeito de Isaías Coelho (PI)
João Emmanuel era professor no Instituto São José, escola particular de Sobradinho
O cadáver do homem foi encontrado com diversas lesões no rosto
O acusado de matar o professor foi preso no dia seguinte e confessou o crime
João Emmanuel Ribeiro, de 35 anos, foi encontrado em uma parada de ônibus, na DF-150, Grande Colorado, próximo a Sobradinho II (DF)
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João Emmanuel Ribeiro, de 35 anos, foi encontrado em uma parada de ônibus, na DF-150, Grande Colorado, próximo a Sobradinho II (DF)

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Ele é filho de George Moura, vice-prefeito de Isaías Coelho (PI)
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Ele é filho de George Moura, vice-prefeito de Isaías Coelho (PI)

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O cadáver do homem foi encontrado com diversas lesões no rosto
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O cadáver do homem foi encontrado com diversas lesões no rosto

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O acusado de matar o professor foi preso no dia seguinte e confessou o crime
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O acusado de matar o professor foi preso no dia seguinte e confessou o crime

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A defesa de Guilherme Silva Teixeira, por meio do advogado Luis Gustavo Delgado, afirmou que o pedido de perícia no celular do professor morto é uma ação “imprescindível à adequada elucidação do contexto fático”.

“A medida visa assegurar a integridade dos elementos de prova, a observância da cadeia de custódia e a mais ampla reconstrução possível dos acontecimentos, contribuindo para o esclarecimento completo dos fatos e para a formação do convencimento com base em elementos técnicos, verificáveis e submetidos ao contraditório”, acrescentou a defesa em nota ao Metrópoles.

Entenda o caso

  • Em 4 de janeiro de 2025, o professor João Emmanuel Ribeiro foi morto em uma parada de ônibus na região do Grande Colorado, em Sobradinho.
  • O crime foi registrado pouco antes das 6h da manhã. A vítima foi espancada e ficou com a marca do chinelo do suspeito impressa no rosto.
  • O suspeito do crime, Guilherme Silva Teixeira foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal no dia seguinte.
  • Guilherme declarou que estava na parada de ônibus esperando uma carona para ir ao trabalho, quando começou a discutir com o professor e, em seguida, o agrediu até a morte.
  • Em depoimento, ele confessou que matou João Emmanuel e disse que o atacou após receber uma proposta sexual. Disse também que o objetivo era só “dar um se liga” na vítima.
  • A coluna Na Mira, do Metrópoles, apurou que Guilherme espancou o professor na parada de ônibus e o deixou agonizando. Ele saiu para trabalhar em seguida.
  • A morte do professor gerou comoção no DF e também no Piauí, onde ele nasceu. João Emmanuel é filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho (PI), George Moura.

Procurada, a Polícia Civil do DF esclareceu que o inquérito já foi concluído e encaminhado à Justiça e informou que não se manifesta a respeito de casos que já se encontram na esfera judicial.

Os advogados também ingressaram com um pedido de liberdade para Guilherme Silva Teixeira. O pedido ainda não foi julgado.

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