Celina Leão reafirma que Michelle Bolsonaro é pré-candidata ao Senado
Celina Leão, que é amiga e aliada política de Michelle Bolsonaro, defendeu a candidatura da ex-primeira-dama após rumores de desistência

A governadora Celina Leão (PP) reafirmou, nesta sexta-feira (3/7), que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é pré-candidata ao Senado Federal pelo Partido Liberal (PL). A fala da governadora ocorre após rumores de que Michelle teria desistido da candidatura. Na quinta-feira, o presidente do PL, Valdemar da Costa Netto, disse ao Metrópoles que Michelle sinalizou que não deve participar da corrida eleitoral.
Durante agenda pública para criação de duas novas cidades no Distrito Federal, Celina rebateu as falas sobre desistência da candidatura.
“Michelle é pré-candidata ao Senado pelo PL. Ela está somente em um momento mais reclusa para cuidar do presidente Bolsonaro. Nós não temos divisão, vamos trabalhar pela unidade. Essa é a mensagem. Existem pessoas que falam, distorcem e trabalham pela divisão. Nós não vamos aceitar esse tipo de situação”, disparou a governadora.
Celina, que também é amiga e aliada política de Michelle, assegurou que a ex-primeira-dama se lançará oficialmente na disputa. “Ela nunca falou que ela não é candidata. Ela é candidata. Ela só decidiu se afastar do PL Mulher para cuidar do marido“, frisou a governadora.

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Ver todasNa última terça-feira, Michelle Bolsonaro anunciou que deixou a presidência do PL Mulher para cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão em regime domiciliar. Antes de comunicar a renúncia, Michelle e Celina se reuniram no Buriti.
“Após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o presidente do Partido Liberal e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha”, disse Michelle em nota.
A saída de Michelle ocorreu dias após a ex-primeira-dama divulgar um vídeo onde afirma que foi humilhada por Flávio Bolsonaro. A exposição do caso gerou um crise na direita e apoiadores se dividiram.










