Casos de gripe H3N2 sobem para seis no Distrito Federal

Até 16 de dezembro, a capital do país havia constatado um registro do vírus causador da influenza A. Vacinação segue no Distrito Federal

atualizado 28/12/2021 17:37

Enfermeira aplica dose em paciente Hugo Barreto/Metrópoles

O número de casos confirmados da gripe H3N2 subiram para seis no Distrito Federal. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (28/12). Até 16 de dezembro, a capital do país havia constatado um caso do vírus.

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Números no país

No Brasil, até 27 de dezembro, foram registrados 456 casos, com notificações dos estados de Amazonas (19), Bahia (107), Espírito Santo (18), Goiás (7), Minas Gerais (20), Mato Grosso do Sul (35), Pará (2), Pernambuco (6), Paraná (15), Rio de Janeiro (55), Roraima (1), Rio Grande do Sul (9), Santa Catarina (1), Sergipe (4) e São Paulo (151).

No mesmo período, houve 30 óbitos no Brasil: Amazonas (3), Bahia (9), Espírito Santo (2), Mato Grosso do Sul (1), Pernambuco (2), Paraná (1), Rio de janeiro (10), Rio Grande do Sul (1) e São Paulo (1).

Vacinação no DF

No Distrito Federal, segue a campanha de imunização. As doses estão disponíveis para toda a população acima de 6 meses. A vacinação atingiu 90,99% da cobertura vacinal, segundo a Secretária de Saúde. Até o momento, no entanto, os principais grupos prioritários não atingiram a meta de 90%.

Veja onde se vacinar:

Print de locais de vacinação

De acordo com a pasta, o DF recebeu cerca de 1,1 milhão de vacinas contra influenza.

A vacina não é indicada para crianças com idade inferior a 6 meses, além de pessoas com história de anafilaxia a doses anteriores. Porém, na maioria dos casos, a vacina contra influenza tem um perfil alto de segurança e são bem toleradas.

A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra influenza começou em 12 de abril. Os primeiros grupos contemplados foram as crianças acima de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, idosos e profissionais de saúde, por integrarem o grupo de risco. A cobertura vacinal desse público está abaixo da meta.

A Secretaria de Saúde reforça que a vacina é a forma mais eficaz para evitar casos graves, hospitalizações e mortes pela doença.

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