Caso Bernardo: “Era um raio de luz”, diz padrinho sobre o menino

A Polícia Civil do DF confirmou que o corpo encontrado às margens da BR-242, na Bahia, é da criança. Pai confessou assassinato

atualizado 08/12/2019 11:19

Reprodução

“Era um raio de luz”. Assim Augusto Cesar Nascimento Damiano, 23 anos, padrinho de Bernardo, 1 ano e 11 meses, se refere ao afilhado. A Polícia Civil do DF confirmou, neste sábado (07/12/2019), que o corpo encontrado na Bahia é do menino.

Durou nove dias a angústia da família de não saber onde o menino estava. No dia 29 de novembro, Bernardo foi levado pelo pai ao sair da creche na Asa Sul. Preso dois dias depois, na Bahia, o servidor do Metrô-DF Paulo Roberto de Caldas Osório, 45, disse à polícia ter matado o filho.

Augusto se lembra do afilhado com carinho. “Esses quase dois anos com ele eram só alegria e felicidade. Ele era um menino muito bom e, como minha tia falava, era um raio de luz”, destacou.

A família nutria a esperança de que Bernardo voltaria para casa vivo. Mas exames de DNA confirmaram que o corpo encontrado às margens da BR-242, na Bahia, é do menino.

Amostras biológicas colhidas do corpo em Itaberaba (BA) chegaram a Brasília na aeronave da PCDF por volta das 12h30 deste sábado. Em menos de seis horas o trabalho foi concluído.

A equipe da Divisão de Repressão a Sequestros (DRS), chefiada pelo delegado Leandro Ritt, trouxe o material e o entregou ao médico-legista e diretor do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), Samuel Ferreira, que levou as amostras para confrontá-las com o DNA dos pais.

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