Carro de servidora é incendiado em centro de assistência social

Em boletim de ocorrência, dona do veículo disse ter sido informada que o responsável pelo fogo seria um morador de rua

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1 de 1 Servidora-tem-carro-incendiado-na-porta-do-Creas-de-Taguatinga-Sul - Foto: Sindsasc/Divulgação

Uma servidora do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) de Taguatinga Sul teve o carro incendiado na manhã desta segunda-feira (27/01/2020). A mulher foi avisada por um vigilante que o veículo dela, um Ford Ecosport estacionado em frente ao local, estaria em chamas.

A agente social, que preferiu não ser identificada, afirmou ter usado dois extintores para apagar o fogo. “Ao lado do meu carro, tinha um galão vazio”, conta. Um boletim de ocorrência foi registrado na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). No documento, ela afirma que uma pessoa que passava pelo local disse ter sido um morador de rua o responsável pelo incêndio.

Clayton Avelar, presidente do Sindsasc, afirma que a organização tem recebido uma série de relatos de violência contra servidores nos Creas. De acordo com ele, na semana passada, um vigilante do centro em Sobradinho foi esfaqueado. No Areal, funcionários foram ameaçados de morte.

“A situação de violência tem piorado com a crise do desemprego, porque mais pessoas precisam procurar atendimento na assistência social, enquanto o número de servidores não aumenta. Estamos operando com 20% da quantidade de servidores necessária”, aponta Avelar.

Ele afirma que é preciso contratar 314 aprovados para a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e 260 para Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejus). Segundo Avelar, a estimativa é que um total de 1.628 servidores concursados sejam contratados em 2020.

A Sedes enviou nota à reportagem lamentando o ocorrido. “Além disso, a equipe do local acionou o Disque 190 para tomar as devidas providências, pois, por ser uma situação externa à unidade, a equipe de vigilância da unidade não tem autonomia para agir”, diz o texto.

A secretaria afirma ainda que, para intensificar a questão da segurança dentro das unidades, a pasta está criando um grupo de trabalho. “O objetivo é adequar à realidade de cada região, por exemplo, aumentando postos de vigilância, e melhorar a atuação desses profissionais, com o uso de armas não letais e detectores de metais”.

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