BRB venderá parte de subsidiária por R$ 1,1 bilhão, diz presidente
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, reúne-se com parlamentares nesta segunda-feira (2/3) para detalhar situação do banco
atualizado
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O Banco de Brasília (BRB) negocia a venda de parte da BRB Financeira por R$ 1,1 bilhão. A informação foi dada pelo presidente, Nelson Antônio de Souza, a deputados distritais em reunião na qual detalha a situação do BRB após prejuízos com o Banco Master, nesta segunda-feira (2/3).
Souza falou aos parlamentares sobre as medidas que estão sendo tomadas para cobrir o déficit, incluindo a venda de ativos próprios.
Não é a primeira vez que o BRB tenta vender parte das ações da subsidiária. Em março de 2025, o banco chegou a assinar contrato de venda de 49% das ações para o Grupo Investidor, composto por André Luís Vieira Azin, José Ricardo Lemos Rezek e CPSB Patrimonial e Participações Ltda. Em dezembro, porém, o conglomerado anunciou o distrato da operação.
O presidente do BRB reúne-se com parlamentares que analisam o projeto de lei de autoria do Governo do Distrito Federal (GDF), acionista majoritário do BRB, para restabelecimento e fortalecimento das condições econômico-financeiras da instituição.
O PL nº 2175/2026 autoriza empréstimo de R$ 6,6 bilhões e uso de nove imóveis públicos como garantia ou destinação para venda.
Souza disse aos parlamentares que o banco corre risco de parar de funcionar se o PL não for aprovado. O presidente do BRB afirmou que houve impacto reputacional e “irregularidades foram identificadas”, em relação aos negócios do Banco Master.
Souza, porém, reforçou que “não houve paralisação do banco ou colapso institucional” nem “omissão da atual gestão”.










