Bloco Pega Ninguém anima o terceiro dia de Carnaval em Brasília

São esperadas ao menos cinco mil pessoas no Setor Carnavalesco Sul

Michael Melo/ Metrópoles

atualizado 25/02/2020 19:36

O último dia de folia em Brasília continua agitando o Setor Carnavalesco Sul. Por volta das 17h, o público passou a lotar o espaço do Palco 23, quando o Bloco Pega Ninguém ainda se preparava para animar os moradores da capital da República. Este é o terceiro ano seguido do grupo na festa candanga. São esperadas, ao menos, cinco mil pessoas.

“Tocamos músicas que todo mundo conhece, misturando estilos em forma de músicas de Carnaval”, explicou o produtor Gustavo Rodrigues. “É um bloco interativo. Não queremos ser apenas um bloco musical, mas fazer o público participar. Temos este nome exatamente porque tocamos músicas para estimular a galera a não sair no zero a zero”, brincou.

Como arquiteto, o folião Henrique Balduíno Gonzaga, 31 anos, valorizou o espaço do SCS nesta edição. “Achei que iria ficar apertado, mas é um espaço bom. Por estar fechado, dá uma maior segurança para o pessoal”, destacou.

Participando do Bloco Pega Ninguém pela primeira vez, Balduíno elogiou as músicas do show. “No outro palco rola mais funk, e como eu não curto muito, está legal para mim ficar por aqui. São músicas legais. Estou me divertindo bastante”, ressaltou.

Ana Karolline Rodrigues/ Especial para o Metrópoles
Henrique Balduíno Gonzaga, 31, curtiu bastante o Carnaval no SCS este ano

A advogada Ana Paula Moreira, 38, levou a filha, Camila Moreira, 12, e a amiga Eldy Oliveira, 27, para participar da festa nesta terça. Elas aguardavam ansiosas pelo início do Bloco Pega Ninguém quando conversaram com o Metrópoles.

Segundo Ana, a escolha de passar o Carnaval no SCS foi motivada por conta da maior tranquilidade do ambiente. “Eu não ia vir mais para bloquinho este ano, mas como eu sabia que estava bem estruturado, resolvi dar um pulo aqui”, comentou.

Nos outros dois anos do evento, a advogada participou da folia e acredita que esta é a mais organizada das três edições. “Antigamente, era mais aberto. Agora, tem maior organização, vistoria na entrada. Isso foi mais interessante para a gente”, frisou.

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