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Distrito Federal

Bebê de mulher que morreu após parto em hospital no DF recebe alta

O pai da bebê e viúvo de Maria Aparecida, Douglas Cardoso, contou que a recém-nascida está bem e já deixou a unidade de saúde

17/07/2026 13:31, atualizado 17/07/2026 13:33
Material cedido ao Metrópoles
Bebê de mulher que morreu após parto em hospital no DF recebe alta

A pequena Hellena, filha de Maria Aparecida Galdino dos Santos, mulher que faleceu no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), recebeu alta hospitalar na última quarta-feira (15/7). Ao Metrópoles, o pai da bebê e viúvo de Maria Aparecida, Douglas Cardoso, contou que a recém-nascida está bem e já deixou a unidade de saúde.

Nesses primeiros dias após a alta, Hellena está sob os cuidados de uma prima da família. Segundo Douglas, a decisão de deixá-la temporariamente no local foi para que ele pudesse finalizar os preparativos para recebê-la em definitivo.

Ansioso pela chegada da filha, Douglas relatou que o irmão mais velho de Hellena também não vê a hora de conviver com a bebê no mesmo teto. “Ele é um chamego com ela”, contou o pai. Daqui a duas semanas, Hellena finalmente irá para a casa da família para morar com o pai e o irmão.

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A mãe da criança será velada no sábado (18/7), às 14h, na capela 6 do Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga. O sepultamento será às 16h30.

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Relembre o caso

Maria Aparecida Galdino dos Santos deu entrada no Hospital de Samambaia ainda no domingo (12/7). A mulher teria solicitado que fosse feita uma cesárea, mas o pedido foi ignorado pela equipe médica.

A bebê Hellena nasceu apenas na segunda-feira (13/7), por volta das 14h. O esposo e pai da criança, Douglas Cardoso, contou ao Metrópoles que “foi um parto normal, mal conduzido e muito forçado”.

Após o nascimento, a equipe hospitalar percebeu que parte da placenta ainda estaria dentro da paciente. No entanto, segundo Douglas, isso só foi percebido após Maria começar a ter uma hemorragia.

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O hospital informou que foi preciso fazer duas raspagens para conseguir tirar a placenta e, devido à hemorragia, precisariam tirar o útero. Todo processo durou até as 20h, quando foi informado de que a mulher não teria resistido e foi a óbito.

Em nota, a Secretária de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou que “determinou a imediata apuração das circunstâncias envolvendo os óbitos das duas gestantes no Hospital Regional de Samambaia”.

A SES-DF afirmou, ainda, que não é conivente com quaisquer falhas e, se forem constatadas, os envolvidos serão responsabilizados. “Se forem constatadas responsabilidades, todos os envolvidos serão rigorosamente responsabilizados, com a adoção imediata das medidas administrativas, disciplinares e legais cabíveis”.