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Distrito Federal

Beatris Gautério de Lima é nomeada secretária adjunta de Saúde do DF

Ela foi diretora do Fundo de Saúde da capital até fevereiro deste ano. Criação do cargo foi publicada no DODF desta quarta (26/8)

Leonardo Meireles26/08/2020 07:44, atualizado 26/08/2020 07:45
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Felipe Menezes/Metrópoles
Secretaria de Saúde

Um dia após a Operação Falso Negativo ser deflagrada, o Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (26/8) traz a criação do cargo de secretário adjunto da Secretaria de Estado de Saúde do DF. E quem vai ocupar o lugar é Beatris Gautério de Lima.

Até fevereiro deste ano, Beatris era diretora-executiva do Fundo de Saúde do DF, quando foi exonerada. Ela havia sido chamada para a função logo no início do mandato do governador Ibaneis Rocha (MDB), em janeiro de 2019.

Veja as publicações:

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Beatris Gautério de Lima assume como secretária adjunto da Secretaria de Saúde
Criação do cargo de secretário adjunto da Secretaria de Saúde
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Criação do cargo de secretário adjunto da Secretaria de Saúde

DODF/Reprodução
Beatris Gautério de Lima assume como secretária adjunto da Secretaria de Saúde
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Beatris Gautério de Lima assume como secretária adjunto da Secretaria de Saúde

DODF/Reprodução

Desde fevereiro, ela não ocupava nenhuma função dentro do GDF. Por isso, não estava entre os investigados pela operação na Secretaria da Saúde. O nome de Beatris apareceu nas investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) em inquérito ligado à apuração sobre suposta fraude em licitação do Ministério da Saúde, na Operação Frota.

Deflagrada em 25 de setembro de 2014, a ação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão a fim de apurar suspeito esquema criminoso de fraude em processo para locação de automóveis a fim de atender o Distrito Sanitário Especial Indígena na Bahia (DSEI-BA). Beatris não foi indiciada nem condenada. Em meios de comunicação, ela afirma que seu nome não aparece como réu ou indiciada pelo caso.

Falso negativo

A segunda fase da Operação Falso Negativo, deflagrada na última terça-feira (25/8), investiga como os integrantes do primeiro escalão da Secretaria de Saúde se organizavam para fraudar processos para a compra e aplicação de testes para diagnosticar o novo coronavírus.

O modus operandi do grupo incluía, de acordo com os autos, reuniões presenciais para tratar de “questões mais delicadas”. Um assessor especial do gabinete da Secretaria de Saúde tinha o papel de convocar o grupo e marcar os encontros. Além disso, o andamento das investigações era acompanhado de perto, de acordo com o processo.

Veja fotos da operação:

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Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal
Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF
Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois
Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos
Operação Falso Negativo
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Operação Falso Negativo

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal
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Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

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Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF
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Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF

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Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois
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Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois

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Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos
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Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Estão sendo investigados Francisco Araújo Filho (secretário de Saúde), Ramon Santana Lopes Azevedo (assessor especial do secretário de Saúde), Eduardo Hage Carmo (subsecretário de Vigilância à Saúde), Ricardo Tavares Mendes (secretário adjunto de Assistência à Saúde), Eduardo Seara Machado Pojo do Rego (secretário-adjunto de Gestão em Saúde), Iohan Andrade Struck (subsecretário de Administração Geral) e Jorge Chamon (diretor do Laboratório Central).

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