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“Barão do skunk”: venezuelano vendia droga por aplicativo no DF

O traficante, preso nesta quarta (06/05) pela PCDF, tinha a fama de vender a maconha mais cara e de melhor qualidade na capital do país

atualizado

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mesa com drogas apreendidas pela PCDF
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1 de 1 PCDF/Divulgação - Foto: mesa com drogas apreendidas pela PCDF

Investigadores da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) deflagraram, nesta quarta-feira (06/05), uma nova fase da Operação Theya, ação que visa coibir o tráfico de drogas no Distrito Federal. Os policiais prenderam, em flagrante, um venezuelano que atuava com a venda de entorpecentes por meio de aplicativos de mensagens instantâneas.

Na casa do suspeito, durante o mandado de busca e apreensão, os investigadores encontraram dois tabletes de maconha, porções de skunk, selos de LSD, comprimidos de MDMA.

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Cães farejadores auxiliaram na Operação Theya
Delegado da 1ª DP, João de Ataliba Neto
Drogas apreendidas na Operação Theya
Homem era conhecido como "Barão do Skunk"
Traficante era venezuelano
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Cães farejadores auxiliaram na Operação Theya

Delegado da 1ª DP, João de Ataliba Neto
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Delegado da 1ª DP, João de Ataliba Neto

JP Rodrigues/Metrópoles
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Droga apreendida na casa de traficante

O traficante, um homem de 40 anos de idade, era conhecido como “Barão do skunk” e tinha a fama de vender a maconha mais cara e de melhor qualidade no Distrito Federal.

“Ele atuava com o tráfico de drogas desde 2018 e chegava a cobrar a quantia de R$ 300 por 50 g da droga comercializada. Durante uma fase anterior da operação Theya, ele foi identificado como o fornecedor de traficantes de menor porte que atuavam com a venda de drogas na Asa Sul e por aplicativos de mensagens instantâneas”, detalhou o delegado da 1ª DP, João de Ataliba Neto.

A operação teve o apoio do canil da Departamento de Operações Especiais (DOE). Caso condenado, o autor pode pegar de cinco a 15 anos de prisão.

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