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Assassinato de colombiano na Estrutural foi motivado por dívida em bar

A PCDF acredita que o colombiano Gustavo Adolfo foi morto por dívida “pendurada” no nome de um dos suspeitos

atualizado

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1 de 1 pcdf-operação-falso-amigo - Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) diz acreditar que o colombiano Gustavo Adolfo Suares Betancur, 31 anos, foi morto por causa de uma dívida no bar. Nesta terça-feira (7/2), equipes da 8ª DP (SIA) deflagram Operação Falso Amigo para cumprir dois mandados prisão temporária dos suspeitos envolvidos.

“Eles estavam consumindo bebidas alcoólicas em outro lugar anteriormente, e a vítima teria adquirido algumas dívidas em nome de um dos autores, não efetuando o pagamento, ou seja, deixando a conta pendurada. Em razão de tal motivo, os autores decidiram matar a vítima e praticaram esse brutal crime”, afirmou o delegado Thiago Peralva.

A operação ocorreu na Estrutural, no Distrito Federal, e em Valparaíso (GO), no Entorno da capital do país. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu os dois suspeitos, de 23 e 26 anos, nesta manhã. Um deles estava no trabalho.

Assista ao momento da prisão de um dos suspeitos:

O crime

O homicídio ocorreu por volta das 3h de 22 de janeiro, na Quadra 1 da Estrutural. A dupla encontrou a vítima em uma distribuidora de bebidas na região. Com ajuda das imagens de câmeras de segurança, os policiais verificaram que Gustavo Adolfo e os investigados se conheciam.

Os três começaram a conversar e chegaram a sair do estabelecimento duas vezes. Ao lado do bar, o grupo conversou perto do carro de um dos suspeitos. Em seguida, houve um desentendimento, e Gustavo Adolfo tentou fugir a pé.

De carro, a dupla de investigados conseguiu alcançar a vítima. O mais novo, que estava no banco do carona, saiu do carro e, sem que Gustavo Adolfo reagisse, esfaqueou-o cinco vezes.

O mais velho também desembarcou do veículo e, mesmo com Gustavo Adolfo caído ao chão e ferido, o esfaqueou mais 10 vezes. A dupla fugiu após o crime.

Três dias depois, segundo a PCDF, o suspeito de 36 anos passou a morar em Valparaíso.

Veja o momento do crime:

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