Após Naja e outras cobras, PCDF encontra tubarão criado clandestinamente

Várias denúncias de criação irregular começaram a aparecer após um estudante de medicina ser picado pela cobra exótica

atualizado 10/07/2020 20:22

Tubarã-lixaPCDF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), localizou, nesta sexta-feira (10/7), um tubarão criado em cativeiro. O caso ocorreu em Vicente Pires. O proprietário não tinha autorização para criação.

O animal exótico aparenta ser da espécie tubarão-lixa ou enfermeiro. O animal pode medir até 4 metros de comprimento. As fêmeas medem entre 1,2 e 3 metros.

A PCDF não havia informado o destino e a origem do bicho até a última atualização desta reportagem.

Apesar de não serem exóticas, duas jiboias também foram localizadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) nesta tarde. O casal de cobras estava escondido na área rural de Brazlândia. O caso será investigado pela 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia).

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Tráfico de animais exóticos

Após a repercussão do caso envolvendo um estudante de medicina veterinária picado por uma cobra Naja, a PCDF tem recebido inúmeras denúncias sobre o paradeiro de animais exóticos criados sem autorização.

Desde que o caso veio à tona, a corporação tomou conhecimento da localização de várias serpentes silvestres encontradas em uma chácara de Planaltina.

Há suspeita de que as cobras tenham relação com o grupo de colecionadores de cobras exóticas alvo de investigação da Polícia Civil do DF (PCDF).

Os investigadores suspeitam de que os proprietários integrem esquema de tráfico de animais silvestres. Segundo o delegado Willian Ricardo, responsável pelas investigações na 14ª Delegacia de Polícia (Gama), os próximos passos dos agentes serão identificar a rede de comercialização dos animais e saber, de fato, o que ocorreu no dia em que o universitário foi atacado pela cobra.

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