Amigos fazem ato em homenagem a triatleta que morreu no Parque da Cidade.
Amigos e familiares fizeram uma corrida de 4km no Parque da Cidade para prestar tributo a triatleta Rachel Furtado

Amigos e entusiastas do esporte fizeram uma corrida em homenagem a triatleta Rachel Furtado, de 45 anos, no Parque da Cidade, em Brasília (DF), na manhã desta terça-feira (15/9). A desportista morreu no último sábado (12/9), após ter um mal súbito durante um treino no mesmo local.
Para os colegas, Rachel deixa uma mensagem de amor ao esporte e a vida.
A esportista Patricia Lima, 50 anos, destacou que correr 4km em homenagem à Rachel é uma forma de seguir o que ela acreditava. “Esporte é vida e a Rachel via no esporta a vida. Ela deixa uma mensagem de não parar de fazer atividade física. Para ela, era um exemplo de vida, saúde e humanidade”, comentou.
Para Patricia, Rachel será lembrava como alguém que amava a vida. “Era uma jovem moça que amava fazer esporte. Cada passada era uma lembrança do quão bom é a vida”, acrescentou.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFA empresária Erika Lobo, 46, é amiga de Rachel há 26 anos e falou sobre a dedicação da colega ao esporte.
“Ela era uma atleta extremamente dedicada, disciplinada. Ela tinha acabado de fazer um check-up completo. Ela sempre foi acompanhada pelos médicos. Ela não usava absolutamente nada, como estimulantes e anabolizantes, para treinos. Ela era uma pessoa disciplinadíssima. Alguém extremamente preocupada e atenta com a saúde”, pontuou.

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Ver todasDo ponto de vista de Erika, a morte da amiga foi uma fatalidade. “Foi a vontade de Deus. Deus recolheu ela, porque a gente sabe que os melhores vão antes que a gente”, lamentou.
Segundo a empresária, Rachel era uma atleta de alto rendimento. Além de se cuidar, a triatleta estava vivendo um fase de muita felicidade. “Ela era uma pessoa exatamente otimista, de bem com a vida, agregadora. O esporte transformou a vida dela. Nós éramos amigas-irmãs. Ela só conseguia unir as pessoas. E o esporte dava vida à ela. Ela se sentia viva fazendo tudo o que ela fazia”, revelou.
“Foi uma fatalidade do destino mesmo. Dessas que a gente só vê em filme. Mas infelizmente aconteceu. Fica a lembrança. Fica a saudade. Fica a certeza de que ela está bem”, assinalou. Para a empresária, Rachel deixa a seguinte mensagem: “Seja feliz. Viva o dia de hoje. Amanhã pode não chegar. Vamos viver hoje. Simples assim”.
Rachel praticava esporte há vários anos. E começou no Triatlo há aproximadamente 10 anos. Para a amiga da atleta e bancária Ana Cristina, 44, o episódio não deve afastar as pessoas do esporte. “Tem muita dizendo que não vai fazer exercício. Não! Tem que fazer exercícios. Os médicos recomendam. É importante manter os exames em dia e ir aos médicos”, aconselhou.
Rachel não teve filhos, mas deixa a cachorrinha Lucy, uma beagle de 5 anos. A pet está sob cuidados das amigas da triatleta.
Morte
No sábado, após passar mal, Rachel chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu. Segundo o Corpo de Bombeiros (CBMDF), quando as equipes de socorro chegaram ao local, encontraram Rachel em parada cardiorrespiratória. A equipe iniciou as manobras de reanimação cardiopulmonar e, após a estabilização dos sinais vitais, a vítima foi transportada para o hospital.
Além de atleta do triatlo, ela era diretora do Instituto Feliciência, que atua na área de educação corporativa. Rachel era sobrinha da psicóloga e pesquisadora Carla Furtado, fundadora da instituição.
No dia do falecimento, Instituto Feliciência, do qual Rachel era diretora, se pronunciou sobre o ocorrido em suas redes sociais. “Infelizmente, nesta manhã, Rachel teve um mal súbito após fazer suas atividades físicas. Apesar das tentativas de reanimação, ela não resistiu”, afirmou a nota.
“Novamente a vida nos tira cedo demais alguém que fez muito por este Instituto e por todos que passaram por aqui. Depois da partida da professora Carla Furtado, fundadora do Feliciência, foi Rachel quem seguiu com o legado dela com propósito e entrega de alma. Assumiu esse compromisso com dedicação e cuidado, mantendo vivo tudo aquilo em que as duas acreditavam”, diz o texto.











