Triatleta que morreu no Parque da Cidade será velada em cerimônia privada.
Incidente aconteceu nesse sábado (12/9) no estacionamento 10 do Parque da Cidade. Após ser estabilizada, foi levada ao hospital, mas morreu

A triatleta Rachel Furtado, de 46 anos, que morreu nesse sábado (12/9) após ter um mal súbito enquanto treinava no Parque da Cidade será velada em cerimônia íntima. A família preferiu não divulgar o local e nem o horário. Horas antes da morte, amigos gravaram Rachel correndo, sorrindo e acenando. “Foi assim que ela se despediu da gente, feliz e fazendo o que amava”, escreveu um amigo no post. (Veja o vídeo abaixo)
Segundo o Corpo de Bombeiros (CBMDF), quando as equipes de socorro chegaram no local, encontraram Rachel em parada cardiorrespiratória. A equipe iniciou as manobras de reanimação cardiopulmonar e, após a estabilização dos sinais vitais, a vítima foi transportada para o hospital.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a ocorrência por volta das 8h47, mobilizando duas motocicletas e um helicóptero para realizar o atendimento.
No local, as equipes de socorro encontraram a vítima em parada cardiorrespiratória e iniciaram as manobras de reanimação cardiopulmonar. Após a estabilização dos sinais vitais, a mulher foi encaminhada para o hospital.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFSegundo uma testemunha, a vítima passou mal e caiu no chão após finalizar um treino de corrida.
“Ela teve um mal súbito e aí passou mal, do nada, ela tinha acabado o treino já de corrida, estava super bem, o pessoal foi lá tomar uma vitamina e parece que ela ia fazer mais um km”, contou.
Em nota, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou que a vítima foi “prontamente atendida pela equipe” do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).
“A paciente deu entrada no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) neste sábado (12/09) após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Ela foi prontamente atendida pela equipe da unidade hospitalar”, disse a pasta.
O Metrópoles apurou que, apesar de não estar competindo profissionalmente no triatlo durante os últimos meses, Rachel se mantinha ativa, praticando esportes como natação, corrida, musculação e futevôlei.

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Frequência de envio: Diário
Ver todasAlém do triatlo, ela também era diretora do Instituto Feliciência, que atua na área de educação corporativa. Rachel era sobrinha da psicóloga e pesquisadora Carla Furtado, fundadora da instituição, que morreu há 3 anos após ter um acidente vascular cerebral (AVC).
Após a morte da tia, Rachel assumiu o Instituto e deu continuidade ao trabalho ao lado de Jenyfer Steidl. As duas estavam envolvidas em novos projetos da instituição.
Acidente
Segundo a assessoria do Instituto Feliciência, após finalizar o treino, a triatleta decidiu correr mais 1 km. Em seguida, passou pela estrutura da assessoria, conversou com algumas pessoas e foi até o carro buscar o celular.
Na volta, Rachel passou mal e foi encontrada caída por duas pessoas. Uma delas era o médico Fernando Sabino, aluno da assessoria, que iniciou as primeiras manobras de reanimação.
De acordo com o instituto, os procedimentos foram realizados por cerca de 25 minutos até a chegada de um desfibrilador. Outro médico que estava no local também auxiliou no atendimento antes da chegada das ambulâncias.
Após cerca de 49 minutos de tentativas de reanimação, Rachel voltou a apresentar pulso e foi encaminhada ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).
Segundo o Instituto Feliciência, ao chegar ao hospital, a triatleta teve outra parada cardiorrespiratória e foi reanimada novamente. Já na emergência, Rachel teve uma nova parada e não resistiu.
Por meio das redes sociais, o Instituto Feliciência se pronunciou sobre o ocorrido.
“Novamente a vida nos tira cedo demais alguém que fez muito por este Instituto e por todos que passaram por aqui. Depois da partida da professora Carla Furtado, fundadora do Feliciência, foi Rachel quem seguiu com o legado dela com propósito e entrega de alma. Assumiu esse compromisso com dedicação e cuidado, mantendo vivo tudo aquilo em que as duas acreditavam”.
O resgate de Rachel foi compartilhado nas redes sociais pelo médico e socorrista do Corpo de Bombeiros do DF Pierre Novais. No post, ele menciona que profissionais que estavam de folga ajudaram a atleta e destacou a forte torcida pela recuperação dela.
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