Alunas do DF ganham medalha de prata em prêmio internacional de invenções

Equipe de colégio público do Gama ficou com o segundo lugar pela invenção de plástico biodegradável feito a partir da casca de laranja

atualizado

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Prêmio internacional de invenções bonifica alunas do DF
1 de 1 Prêmio internacional de invenções bonifica alunas do DF - Foto: Material cedido ao Metrópoles

Bárbara Wingler, Kazue Nishi, ambas de 18 anos, e o professor Alex Aragão, representaram o Centro de Ensino Médio 02 do Gama na World Invention Competition and Exhibition (WICE), prêmio internacional de invenções, na Malásia, e foram premiados com a segunda colocação pela invenção de plástico biodegradável feito a partir da casca de laranja.

Ao Metrópoles, Kazue conta que ela e a equipe foram surpreendidos com a notícia. “Não acreditamos de primeira. Digo, eram tantos projetos ótimos, tanto de ensino básico quando de ensino superior. Ficamos extremamente honradas”, comemora. A equipe viajaria para a Malásia, mas, por causa da pandemia da Covid-19, a cerimônia ocorreu virtualmente.

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Estufa improvisada com caixa de microscópio quebrada
Soluções secando para virar plástico biodegradável
A mistura de reagentes transforma o material em uma película
Bárbara Wingler e Kazue Nishi fazem parte da equipe medalha de prata
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Bárbara Wingler e Kazue Nishi fazem parte da equipe medalha de prata

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Estufa improvisada com caixa de microscópio quebrada
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Estufa improvisada com caixa de microscópio quebrada

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Soluções secando para virar plástico biodegradável
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Soluções secando para virar plástico biodegradável

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A mistura de reagentes transforma o material em uma película
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A mistura de reagentes transforma o material em uma película

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Bárbara ingressou no projeto aos 17 anos, enquanto Kazue, aos 16. “Vamos continuar com o projeto, afinal, ele não está concluído. Vamos continuar participando das feiras de ciência até quando der”, ressalta Nishi.

Mesmo com alguns empecilhos para seguir o projeto, as jovens não deixaram se abater pelas difilculdades.

“Como uma estufa era muito cara, tivemos de improvisar com o que tínhamos. Usamos caixa de microscópio quebrada, vidros de um aquário quebrado e papel alumínio”, detalha.

As alunas levaram 10 dias para transformar a casca de laranja em plástico. Primeiro, elas a colocam de molho na água. Depois, o material vai para uma estufa improvisada. Só, então, é triturado, até virar pó. Dessa forma, a mistura de reagentes o transforma em uma película.

Momento do anúncio da premiação:

https://www.youtube.com/watch?v=tv1Usec7Wz4&feature=youtu.be

 

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