Além de feridos, explosão em prédio no DF deixou um gato morto
Ainda não há informações se o animal morreu em razão do cheiro do gás ou de um eventual dano ocasionado pela explosão

A explosão de um botijão de gás de cozinha, que aconteceu na madrugada desta terça-feira (28/7), em um prédio no Núcleo Bandeirante (DF), resultou na morte do gato de um dos moradores do local.
Segundo o dono do prédio, uma moradora do segundo andar, onde ocorreu a explosão, acabou perdendo um dos seus dois gatos de estimação. Ela deixou o local logo após o acidente, e não há informações se o animal morreu em razão do cheiro do gás ou de um eventual dano ocasionado pela explosão.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), uma pessoa ficou gravemente ferida com a explosão. Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde do morador.
Outras duas pessoas tiveram escoriações em razão dos estilhaços dos vidros da janela. Segundo o dono, os dois moradores já receberam alta do hospital.
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- O vazamento de gás provocou uma explosão no segundo andar do prédio durante a madrugada desta terça-feira (28/7), no Setor Placa das Mercedes, conjunto 9, no Núcleo Bandeirante;
- Segundo a Defesa Civil, a explosão foi causada por um vazamento de GLP proveniente de um botijão tipo P-13;
- Três pessoas ficaram feridas, sendo uma delas em estado grave, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF);
- O prédio é de uso misto — tem quatro andares residenciais e uma oficina mecânica no térreo. Ao todo, são 21 apartamentos, sendo 11 deles atualmente habitados;
- De acordo com o dono do prédio, seis moradores foram realocados para um hotel, enquanto o restante foi para casa de familiares;
- Moradores relataram que sentiram um cheiro de gás momentos antes da explosão;
- As causas da explosão estão sendo apuradas e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realiza perícia no local.
Prédio interditado
A Defesa Civil interditou o prédio após inspeção no imóvel onde a explosão ocorreu. “Foram identificados danos em diversos elementos da edificação, incluindo rachaduras, fissuras, desplacamento de revestimentos, desabamento de forros de gesso nos primeiros pavimentos e destruição de portas e janelas, especialmente no segundo andar”, informou o órgão.
“Também foram registrados danos nas portas da oficina mecânica localizada no térreo”, completou.
De acordo com o órgão, as avarias constatadas e os riscos identificados, como possibilidade de colapso parcial de elementos construtivos, desprendimento de revestimentos, queda de forros, vidros e esquadrias, além do agravamento dos danos estruturais sem avaliação especializada, motivaram a interdição preventiva do prédio para garantir a segurança dos moradores e de terceiros.





















