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Tentou fazer um financiamento e foi recusado? Entenda os motivos

CEO da Consult Score explica como o mercado define o potencial de endividamento do consumidor e quais atitudes podem mudar isso

atualizado 23/02/2021 12:03

Quem já teve um financiamento, compra ou cartão de crédito negado sabe a frustração que isso causa. O consumidor pesquisa preços, planeja as finanças e, na maior parte das vezes, toma a decisão somente após ter um incremento na renda, porém, se depara com a aquisição do bem recusada. 

“O cliente conhece a própria realidade e, se ele, por exemplo, procurou uma concessionária para adquirir um veículo é porque sabe que tem condições para fazer esse investimento. As pessoas acham que basta ter dinheiro na conta, mas só isso não é suficiente”, explica Gustavo França, CEO da Consult Score, empresa de consultoria de crédito voltado para consumidores. 

Segundo o especialista, a negativa das instituições financeiras é dada principalmente em razão de um baixo score, algoritmo utilizado pelos agentes financeiros que define a probabilidade de um consumidor se tornar inadimplente no próximo ano. “Quando você tem um score bom, significa que as empresas estão vendo que há poucas chances de atrasar as contas. No entanto, quando o score é baixo, a possibilidade de atraso no pagamento é maior”, esclarece.

“Não existe mágica, o score é algo que não pode ser manipulado. Quem promete isso está cometendo fraude”, defende o fundador da empresa Consult Score

Os bancos e empresas de crédito compartilham entre si todas as informações sobre os clientes por meio dos órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e o Serasa, que têm metodologias próprias de avaliação. A partir dessa metodologia, o mercado define para quem vai ou não liberar crédito. No entanto, Gustavo defende que há uma relação desproporcional entre as instituições financeiras e os consumidores.

O cliente não tem acesso à informação alguma, nem sobre ele mesmo nem sobre os métodos utilizados para avaliar o seu próprio potencial de endividamento. Enquanto os bancos conhecem todo o comportamento de compra do consumidor, esse consumidor só sabe qual a pontuação que ele tem, sem nem ao menos ter conhecimento sobre os critérios que deram a ele esse número. 

Gustavo França, CEO da Consult Score

Mas quais são os fatores que diminuem o algoritmo e excluem essa população do mercado de crédito? De acordo com o especialista, os principais motivos são: restrições recentes no CPF, atrasos em pagamentos e comportamentos de consumo sem padrão  — exemplo: em um mês compra-se muito, no outro nada.

Fuja dos golpes!

De posse dos dados, estudo e planejamento, é sim possível aumentar o score. No entanto, é preciso ter cuidado com um golpe muito comum, principalmente na internet: empresas com má fé prometem alterar esse tipo de métrica mediante a cobrança de pagamento. “Não existe mágica, o score é algo que não pode ser manipulado. Quem promete isso está cometendo fraude. Por isso, aqui na Consult Score, o nosso slogan é: não existe caminho fácil, existe o caminho certo”, afirma o fundador. Gustavo explica que a diferença está justamente disponibilizar ao cliente uma metodologia que é acompanhada por profissionais qualificados da área para realizar atendimento de forma personalizada. “A mudança no score é a consequência de uma mudança no comportamento de crédito, não é como virar uma chave”, completa.

Gustavo explica que a diferença está justamente disponibilizar ao cliente uma metodologia que é acompanhada por profissionais qualificados da área para realizar atendimento de forma personalizada. “A mudança no score é a consequência de uma mudança no comportamento de crédito, não é como virar uma chave”, completa.

O que a Consult Score faz é equilibrar a relação entre instituições bancárias e consumidores. Ao contratar o serviço de consultoria da empresa, o cliente tem acesso às mesmas informações que o mercado de crédito tem sobre ele. “Desse modo, ele pode entender como funciona esse tipo de metodologia e realizar, sob orientação dos nossos analistas, as mudanças necessárias para conseguir o crédito que almeja”, explica. 

De acordo com o CEO, é possível ter um aumento no score em um prazo médio de 30 a 60 dias. Ele ressalta, porém, que para a obter sucesso, é indispensável que o contratante tenha comportamento ativo e siga todas as etapas do plano de ação desenvolvido durante a consultoria financeira.

Quando um cliente passa pela Consult Score ele passa a ter uma nova experiência com o mundo do crédito. Ele começa a entender como funciona, aprende a não errar mais e como manter o score sempre alto. É um conhecimento para a vida! Ele deixa de ser um refém desse sistema que é criado para desinformar e passa a ser dono das própriias escolhas.

Gustavo França, CEO da Consult Score

Sobre a consultoria

A Consult Score é capaz de diagnosticar, analisar e planejar soluções para que os clientes obtenham as melhores condições de crédito, baseada no desenvolvimento pleno da educação e disciplina financeira.

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A ideia de fundar a companhia surgiu há oito anos, quando Gustavo trabalhava com consórcios para aquisição de veículos. “Percebi que as pessoas escolhiam o consórcio, não porque achavam a modalidade vantajosa, mas porque não tinham o financiamento aprovado”, conta.

Em seis anos de atuação, mais de 13 mil clientes foram atendidos, sendo 5 mil somente em 2020. A expectativa é de que o número cresça 65% em 2021. Atualmente, a empresa gera 140 empregos e conta com cinco unidades de atendimento, localizadas em Taguatinga e Ceilândia, no Distrito Federal. 

 

Consult Score

Site: www.consultscore.com.br
Telefone: (61) 4042-7243
E-mail: [email protected]
Endereços:

  • Pistão Sul – CSE 06 Lote 22
  • Taguatinga Centro – CNB 1
  • Comercial Norte – CNB 3 Lote 5/6 Sala 303
  • Ceilândia Sul – QNM 4 Conj. O Lote 40
  • Matriz – Qs 1 Rua 212, Lote 19/21/23, Sala 822 – Connect Towers

Funcionamento:  de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 17h.