Privatização da CEB: os acertos da Neoenergia no DF

Prestes a completar cinco anos no DF, a Neoenergia chega a março de 2026 não só com números robustos, mas com histórias de transformação

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metropoles.com

Em meio a obras que modernizam regiões administrativas inteiras, como a nova subestação do Guará, e projetos sociais que já mudaram a vida de milhares de famílias, a distribuidora consolida um papel que vai muito além de entregar energia: construir desenvolvimento, dignidade e oportunidades.

Em entrevista ao Metrópoles, o diretor-presidente Frederico Candian compartilha os avanços, reconhecimentos inéditos, como o prêmio Abradee e o GPTW, e o compromisso que, segundo ele, “não é técnico, é humano”.

A Neoenergia está prestes a completar cinco anos no DF. Qual o balanço dessa trajetória?

Esses cinco anos contam uma história de transformação. Desde 2021, investimos mais de R$ 1,2 bilhão na expansão da infraestrutura elétrica para acompanhar o crescimento do Distrito Federal, modernizar a rede e tornar o sistema mais inteligente.

Mas, para mim, o verdadeiro investimento aparece no impacto sobre as pessoas: moradores com energia regularizada, clientes com menos interrupções e comunidades que hoje se sentem mais próximas da empresa.

Em março de 2026, não celebramos apenas um aniversário — marcamos a consolidação de um compromisso com serviços melhores para toda a população do DF.

Quais os principais destaques em infraestrutura e expansão da rede?

O grande marco é a subestação do Guará, que será inaugurada no ano que vem com um investimento de R$ 32 milhões e que levará mais confiabilidade para 180 mil pessoas que moram na região. Mas, esse é só um exemplo.

Teremos investimentos na subestação de Águas Claras, modernização da subestação Brasília Norte e reforços no sistema elétrico de Monjolo, Brazlândia e Mangueiral.

Além dos R$ 25 milhões destinados à modernização da rede subterrânea do Plano Piloto e Sudoeste. São obras que fazem toda a diferença para quem depende da energia para viver, trabalhar e estudar.

E no atendimento ao cliente, o que mudou nesses cinco anos?

Evoluímos muito, e com o propósito de atender cada vez melhor nossos clientes. Criamos canais digitais mais ágeis, reforçamos o atendimento humanizado, lançamos uma agência móvel 100% elétrica e levamos serviços presenciais para perto de quem mais precisa.

Nosso call center reduziu quase totalmente as chamadas abandonadas. Nós realmente colocamos o cliente no centro. Não é discurso, é prática diária.

A Neoenergia tem uma atuação social forte. Como isso se traduz na prática?

Acreditamos que energia é cidadania. Destinamos R$ 9,4 milhões via Lei de Incentivo à Cultura (LIC-DF) entre 2022 e 2024; e, só em 2025, apoiamos 20 projetos com R$ 6,6 milhões.

E há um carinho especial pela Escola de Eletricistas, onde já formamos 434 alunos, sendo 45% mulheres, e contratamos 348.

É inclusão de verdade: gente ganhando profissão, renda e autoestima.

O programa Energia Cidadã tem ganhado visibilidade. O que ele representa?

Representa dignidade. Desde 2021, já regularizamos a energia de mais de 50 mil famílias, alinhados ao Energia Legal do Governo do Distrito Federal.

Isso significa que 150 mil pessoas deixaram de viver na insegurança e nos riscos trazidos pelo improviso elétrico.

Só em 2025, esse programa vai beneficiar 15 mil clientes, com R$ 32,5 milhões em investimentos.

Até 2030, queremos alcançar mais 25 mil famílias. Esse é um trabalho que nos enche de orgulho.

A Neoenergia Brasília recebeu prêmios importantes recentemente. O que esses reconhecimentos significam?

Esses reconhecimentos mostram que estamos na direção certa. Ganhar pela primeira vez o prêmio da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), na categoria Evolução do Desempenho, foi histórico para nós.

E ser reconhecida pelo Great Place to Work (GPTW) como uma ótima empresa para se trabalhar prova que quando cuidamos de quem trabalha com a gente, cuidamos automaticamente do nosso cliente.

Somos uma empresa feita por pessoas, e isso se reflete nos resultados.

Como a distribuidora se preparou para desafios climáticos, como o período de chuvas intensas?

Com muito planejamento. Triplicamos as equipes de campo, ampliamos o nosso Centro de Operações Integradas (COI), que funciona 24 horas, e reforçamos ações preventivas.

O DF tem vivido episódios severos, e mesmo assim o impacto tem sido pontual. Agilidade e segurança são nossas prioridades.

Quais são os próximos passos da Neoenergia Brasília?

Continuar investindo no sistema elétrico e em pessoas. Temos R$ 1,2 bilhão programado para os próximos cinco anos.

Vamos seguir expandindo o sistema elétrico, ampliando o acesso, fortalecendo a inclusão social e tornando o DF ainda mais resiliente.

Queremos entregar não só energia, mas desenvolvimento sustentável.

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