Jóquei Clube: novo bairro reúne qualidade de vida e sustentabilidade

Setor Jóquei Clube terá moradia multifamiliar, parques, comércio e integração com vias como EPTG e Estrutural. Vendas iniciam ainda este ano

Divulgação/Terracap
Projeção do Setor Jóquei Clube
1 de 1 Projeção do Setor Jóquei Clube - Foto: Divulgação/Terracap

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Prédios modernos, comércio variado e fácil acesso às principais vias de Brasília. Esse é o cenário prometido aos futuros moradores do Setor Jóquei Clube (SJC), o mais novo bairro residencial planejado da capital federal. O endereço promete transformar a paisagem urbana e atender à crescente demanda por uma habitação para os que buscam segurança e qualidade.

Localizado entre a Via Estrutural e a EPTG, o Setor Jóquei Clube deverá abrigar mais de 50 mil pessoas em 17 mil apartamentos. O bairro nasce com um projeto urbanístico já aprovado e foco em moradias de qualidade para a classe média.

Entrevista com presidente da Terracap - Metrópoles

“O novo bairro teve o seu projeto urbanístico aprovado. Agora, vamos iniciar a obra de infraestrutura e comercialização dos lotes. Ainda não há uma data definida para entrega das primeiras unidades, já que a consolidação do bairro dependerá da dinâmica do mercado imobiliário, mas a expectativa é lançar o primeiro edital de vendas ainda neste ano.”

Izidio Santos, presidente da Terracap

Segundo o presidente, o SJC terá características próprias, distintas de outros bairros. Se comparado a setores residenciais já existentes, ele afirma ser possível esperar uma infraestrutura que combina elementos do Noroeste e de Águas Claras.

A expectativa é que o Setor Jóquei Clube seja um modelo de bairro planejado para o Distrito Federal com potencial para ser referência nas próximas décadas de expansão urbana da capital.

“O último bairro desse porte que foi lançado no Distrito Federal foi o Noroeste, há 15 anos. Então, a cidade tem essa demanda habitacional. Existe um déficit grande por moradia entre várias faixas de renda. Com a disponibilidade de um bairro como esse, regular e numa boa localização, a gente pode trazer emprego e renda para todo esse setor”, declara.

Imagem colorida de jovem casal- Metrópoles
À direita, o casal Emily Lopes e Jeferson Gomes, de 25 e 27 anos, e à esquerda, a fisioterapeuta Kellen Cristina, 48, que se interessaram pelo novo bairro

A estudante de Direito Emily Lopes, 25 anos, soube do projeto do novo bairro e está com expectativas altas para a criação dos primeiros lotes. A moradora do Recanto das Emas garantiu que será uma das primeiras a ir atrás de uma moradia no setor após o início das comercializações.

“Eu li que fica entre duas vias muito importantes, a EPTG e a Estrutural, e é próximo a muitos lugares que eu e o meu companheiro costumamos frequentar”, afirma. “Atualmente, moramos em um bairro onde tem muito comércio, só que não é tão perto do centro de Brasília e a gente costuma sair bastante. Então, se o bairro sair do papel como vem sendo mostrado, nós vamos sim.”

Já a fisioterapeuta Kellen Cristina, 48, acredita que o setor, por ser planejado, evitará problemas relacionados ao trânsito e à falta de estacionamentos. A proposta de comércios de fácil acesso também cativou Kellen, que cogita mudar para o novo bairro logo após a construção.

Inclusive, o trânsito na região causou preocupações em moradores dos arredores. Contudo, Izidio Santos nega que venha a ser um problema.

“Esse receio as pessoas têm para qualquer novo bairro. Um bairro desse a gente estuda junto à Secretaria de Mobilidade desde a fase de projeto”, pondera. “Estudamos para que, à medida que o bairro vá sendo implantado, levemos às vias mais utilizadas as melhorias necessárias. Temos estruturas pensadas que já estão sendo executadas.”

Infraestrutura

No bairro, a altura máxima permitida para os imóveis será de 58,5 metros — o equivalente a até 19 pavimentos. O limite, contudo, valerá para pontos específicos da área central. Nas áreas adjacentes, as construções serão menores, conforme aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Primeiros lotes estão previstos para o fim de 2025
Projeto prevê áreas para escolas, saúde e segurança desde a concepção urbanística
Terracap promete infraestrutura viária planejada para evitar problemas de trânsito
A área é estratégica e está localizada entre a EPTG e a Via Estrutural
O novo bairro terá prédios modernos de até 19 andares e comércio variado no térreo
Com parques, prédios e acesso fácil às principais vias, Setor Jóquei Clube nasce como novo bairro da capital
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Com parques, prédios e acesso fácil às principais vias, Setor Jóquei Clube nasce como novo bairro da capital

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Primeiros lotes estão previstos para o fim de 2025
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Primeiros lotes estão previstos para o fim de 2025

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Projeto prevê áreas para escolas, saúde e segurança desde a concepção urbanística
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Projeto prevê áreas para escolas, saúde e segurança desde a concepção urbanística

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Terracap promete infraestrutura viária planejada para evitar problemas de trânsito
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Terracap promete infraestrutura viária planejada para evitar problemas de trânsito

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A área é estratégica e está localizada entre a EPTG e a Via Estrutural
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A área é estratégica e está localizada entre a EPTG e a Via Estrutural

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O novo bairro terá prédios modernos de até 19 andares e comércio variado no térreo
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O novo bairro terá prédios modernos de até 19 andares e comércio variado no térreo

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O bairro promete abrigar mais de 50 mil moradores em Brasília
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O bairro promete abrigar mais de 50 mil moradores em Brasília

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Bairro contará com dois parques, sendo um central de 10 hectares e outro linear marginal
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Bairro contará com dois parques, sendo um central de 10 hectares e outro linear marginal

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SJC deve se tornar referência de expansão habitacional planejada em Brasília
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SJC deve se tornar referência de expansão habitacional planejada em Brasília

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No Jóquei, não serão permitidas residências unifamiliares (casas), só multifamiliares. A predominância será de lotes de uso misto — prédios com áreas comerciais ou de serviços no térreo e residências nos andares superiores. A proposta busca valorizar a circulação urbana e a oferta de emprego local.

“O setor da construção civil é um dos que mais emprega no Distrito Federal e, com as novas obras que ali ocorrerão, com certeza isso gerará muito mais emprego e renda”, ressalta o presidente.

No quesito sustentabilidade, Izidio adianta que o SJC contará com dois parques — um central de 10 hectares e um parque linear marginal —, além de um sistema viário pensado para facilitar o deslocamento interno e o acesso às vias principais.

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