“Crescemos sem abrir mão de valores”, afirma diretora da Piracanjuba
Lisiane Campos, executiva de marketing da Piracanjuba, falou sobre a marca durante lançamento da 5ª edição do Impresso Nosso Meio Brasília

A diretora de Marketing da Piracanjuba, Lisiane Campos, afirmou que a empresa de lácteos deve crescer 18% em faturamento neste ano, saltando de R$ 11 bilhões para R$ 13 bilhões em 2026. Presente em 90% dos lares do país e ocupando a posição de segunda maior empresa de laticínios do Brasil, a marca tem se destacado pelo catálogo cada vez mais completo e quantidade de inovações aplicadas.
“Nós reinvestimos constantemente em ampliações, aquisições e tecnologias de ponta para as fábricas. E por isso nosso crescimento é tão consistente”, afirmou. A executiva esteve presente no lançamento da 5ª edição da versão impressa da revista Nosso Meio Brasília.
Com o tema “Arquitetura da Longevidade: consistência e conexão na capital das decisões”, o encontro reuniu 91 convidados no B Hotel, na capital federal, entre lideranças empresariais, executivos e profissionais do mercado para discutir os elementos que sustentam marcas, negócios e instituições ao longo do tempo.

Lisiane destacou a evolução da empresa ao longo das últimas décadas, saindo de uma atuação regional para consolidar-se como uma das principais indústrias de laticínios do país. Atualmente, a Piracanjuba conta com mais de 4,7 mil colaboradores, cerca de 500 líderes, 200 representantes comerciais e uma rede formada por aproximadamente 7 mil fornecedores de leite. A companhia opera 11 fábricas em diferentes regiões do Brasil, incluindo duas unidades no Nordeste adquiridas recentemente.
Segundo a diretora, um dos desafios atuais está relacionado à renovação geracional da base de consumidores. “Hoje, nossas pesquisas apontam que boa parte dos nossos consumidores tem mais de 45 anos. Mas daqui a alguns anos, nós teremos uma inversão dessa pirâmide etária, e eu preciso conversar de certa forma com um público mais jovem para que eles voltem a consumir leite ou seus derivados”, explicou.
“Então, precisamos achar novas formas de se comunicar e se conectar com esse público. Por isso usamos um certo humor, certa acidez, para conquistá-lo, sem perder o equilíbrio com a nossa comunicação mais tradicional para também não perder a conexão com quem já nos consome”, concluiu.