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A evolução das embalagens é um dos pilares de transformação da indústria de alimentos. Produtos que podem ser consumidos de forma fácil, com um armazenamento que entrega qualidade e praticidade, têm conquistado cada vez mais a preferência do público.
O setor global de molhos e condimentos cresce 5,7% ao ano mundialmente, segundo análises de mercado de consultorias internacionais como Fortune Business Insights e Grand View Research. Nesse cenário, a Fugini se destaca como precursora no mercado brasileiro, liderando a transição para embalagens que entregam mais valor ao consumidor.
Ao longo de mais de duas décadas, a marca desenvolveu soluções que impactaram não apenas a apresentação dos produtos, mas toda a cadeia logística ao trazer pela primeira vez embalagens stand up pouch (sachê) no segmento de atomatados e depois para vegetais.

Pioneirismo
O primeiro grande marco ocorreu em 2004, com o lançamento do molho de tomate em sachê, iniciativa inédita à época.
O formato rompeu com a lógica das embalagens rígidas ao reduzir drasticamente o peso e o volume no transporte e no armazenamento.
Em paralelo, o uso de bobinas no processo produtivo permitiu uma redução significativa de espaço no transporte e no armazenamento de embalagens vazias, além de maior agilidade no envase.
Como consequência, os custos logísticos foram reduzidos, viabilizando a oferta de um produto com preço mais acessível e ampliando o consumo do molho de tomate em diferentes perfis de renda.
Em 2010, a Fugini voltou a se destacar, tornando-se a primeira empresa do mundo a envasar vegetais, como milho e ervilha, nesse formato.
Avanço
Com a consolidação do sachê como alternativa eficiente para os atomatados, a Fugini ampliou a tecnologia para os vegetais. E para atender às exigências técnicas dos produtos, foram desenvolvidos processos específicos de pasteurização e esterilização, ajustados ao pH e às características de cada alimento, garantindo segurança alimentar, estabilidade na prateleira e preservação do sabor e dos nutrientes.
A retirada de sal e açúcar de parte das formulações reforçou uma proposta de alimentos mais naturais, compostos apenas pelo ingrediente principal e água – e reposicionou a embalagem como elemento central.
Esse líquido de conservação, muitas vezes descartado por hábito, concentra nutrientes e pode ser reaproveitado no preparo de receitas, ampliando o aproveitamento do alimento e reduzindo o desperdício.

Sustentabilidade
As embalagens flexíveis também passaram a desempenhar papel central na estratégia ambiental da marca.
O design compacto resulta em ganhos expressivos na logística, com maior quantidade de unidades transportadas por pallet e por carga.
Esse fator também contribui diretamente para a redução das emissões de CO₂ associadas ao transporte, além de gerar menos resíduos sólidos no pós-consumo. No descarte doméstico e industrial, o sachê ocupa menos espaço e permite a redução do volume de lixo.
O movimento de inovação foi consolidado com a introdução do sachê com bico dosador, conhecido como Biquinho, que elevou a experiência de uso em categorias essenciais como o Food Service.
O formato alia praticidade e controle de porção, reduzindo desperdícios e facilitando o armazenamento após a abertura.
Em comparação aos frascos rígidos tradicionais, a embalagem utiliza cerca de 60% menos plástico, apresenta menor volume no descarte e possibilita maior eficiência logística, com aumento do número de unidades transportadas por caixa e por pallet.
Outro diferencial do bico dosador está na preservação do produto após a abertura. Ao evitar a entrada excessiva de ar, o sistema reduz processos de oxidação, contribuindo para maior segurança alimentar e manutenção da qualidade ao longo do uso.
Esses atributos têm impulsionado o crescimento das vendas e fortalecido a liderança da Fugini no mercado de sachês de molho e milho no Brasil.
Além do foco no produto, a empresa adota práticas industriais ecoeficientes, como o reaproveitamento hídrico e o uso de caldeiras ecológicas nas fábricas.
Essas iniciativas integram a gestão ambiental diretamente à produção, transformando a embalagem em um um pilar de responsabilidade sistêmica.
Com histórico de pioneirismo, a Fugini consolida o formato flexível não apenas como um diferencial competitivo, mas como uma ferramenta de democratização ao acesso de alimentos embalados.

