2,6 bilhões de remédios são fornecidos nas farmácias públicas de SP

Maior rede municipal do país conta com 680 serviços e mais de quatro mil profissionais em vários tipos de equipamentos

Foto: Pref de São Paulo
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atualizado

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Por ano, mais de 2,6 bilhões de medicamentos são entregues nas farmácias da Prefeitura de São Paulo, demonstrando o compromisso da administração pública com a saúde da população. Essa vasta distribuição abrange uma diversidade de medicamentos que atendem às necessidades de saúde da população. No total, 305 itens fazem parte da Relação Municipal de Medicamentos (Remume), garantindo que os pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes e essenciais.

Dentre os medicamentos alopáticos, os mais prescritos e dispensados na rede municipal incluem a losartana potássica 50 mg, amplamente utilizada no controle da hipertensão, e a dipirona sódica 500 mg, um analgésico e antipirético muito requisitado.

Outros medicamentos, como a hidroclorotiazida 25 mg, essencial no tratamento de hipertensão e retenção de líquidos; a metformina cloridrato 850 mg, um pilar no controle do diabetes tipo 2; e o anlodipino besilato 5 mg, que contribui para o manejo da pressão arterial; também figuram entre os mais utilizados.

Além dos medicamentos alopáticos, a rede municipal reconhece a importância dos fitoterápicos. A lista de medicamentos fitoterápicos inclui seis itens: valeriana, conhecida por suas propriedades calmantes; garra do diabo, utilizada para dores e inflamações; isoflavona de soja, que pode ajudar na saúde hormonal; espinheira-santa, recomendada para problemas digestivos; e alcachofra, que auxilia na saúde hepática e digestiva. Essa diversidade de medicamentos reflete o esforço em oferecer um atendimento abrangente e adequado às necessidades de saúde da população paulistana.

As farmácias públicas municipais da cidade de São Paulo também têm impacto positivo na vida das pessoas do ponto de vista econômico. A paciente Irene Rocha da Silva, 49, por exemplo, frequenta a UBS Jardim Edite, localizada na zona oeste, e tem diagnóstico de doenças crônicas, além de outras enfermidades, e obtém suas medicações na farmácia da unidade.

“Eu economizo muito retirando as medicações de uso contínuo na farmácia da UBS, pois não tenho poder aquisitivo para comprá-los; são 12 remédios, diariamente”, destaca Irene.

Prefeitura de São Paulo
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