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Eleições 2026Vinicius Passarelli

Plano de governo de Tarcísio prevê construção de 20 hospitais

Documento com principais propostas da campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos) será divulgado até o próximo sábado (15/8)

12/08/2026 08:00
Paulo Guereta/Governo de SP
Tarcísio altera modelo de caravanas visando proximidade com prefeitos

O plano de governo do candidato à reeleição ao Governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), prevê a contrução de 20 novos hospitais nos próximos quatro anos.

Entre as novas unidades previstas no documento, que será protocolado até o próximo sábado (15/8), estão a Maternidade Municipal de São Vicente, Hospital Municipal de Guarujá, Hospital Municipal Mirante do Paranapanema, Hospital Regional de Itapetininga, Hospital Regional de Birigui e Hospital Estadual de Campinas.

De acordo com coordenadora do plano de governo, Natália Resende, ainda não há um cálculo definitivo sobre o valor total de investimento que será necessário para a implementação dessas novas unidades.

“Estamos olhando região a região para ver os investimentos, fazendo o projeto também, vendo o que é necessário de especificidade. Estamos fazendo toda uma projeção. Já temos um programa e um cronograma. Agora, estamos refinando para poder chegar em valores totais”, disse à coluna a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.

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De acordo com ela, entre 2023 e 2026, o estado investiu R$ 2,1 bilhões na construção de 14 hospitais e unidades de saúde. Ainda segundo a campanha, foram abertos cerca de 8,8 mil leitos no período.

Plano de governo

O Metrópoles mostrou que o plano de governo de Tarcísio para esta eleição terá um foco no uso de Inteligência Artificial em diferentes áreas da gestão.

Na saúde, por exemplo, a ideia é desenvolver soluções tecnológicas mais avançadas na telemedicina. Já na educação, uma das questões que estão sendo pensadas pela equipe são formas de reter a atenção dos alunos dentro da sala de aula.

A ênfase em tecnologia nas políticas de educação gerou polêmica no início do primeiro mandato de Tarcísio, especialmente após o secretário Ricardo Feder optar por retirar a pasta do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e aposta em livros 100% digitais. A iniciativa foi cancelada após forte repercussão negativa.

A avaliação interna é de que o uso da tecnologia foi tratado no primeiro mandato por meio de medidas isoladas, sem uma “trilha” para guiar a gestão na adoção de tecnologia em programas das diversas secretarias.