Tiago Pavinatto

Mortos com roupa de guerra no Rio trabalhavam para narcotráfico. Assista ao vídeo

Integrantes do Comando Vermelho foram flagrados com roupas de guerra, além de armamento tático, durante a megaoperação no Rio de Janeiro

atualizado

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Tercio Teixeira/Especial Metrópoles
Megaoperação no Rio de Janeiro. Moradores empilham e fazem contagem de corpos após operação da polícia contra o CV no Rio de Janeiro.
1 de 1 Megaoperação no Rio de Janeiro. Moradores empilham e fazem contagem de corpos após operação da polícia contra o CV no Rio de Janeiro. - Foto: Tercio Teixeira/Especial Metrópoles

Integrantes do Comando Vermelho fram flagrados com roupas de guerra, além de armamento tático, durante a megaoperação que aconteceu nesta semana no Rio de Janeiro, nessa terça-feira (28/10), que resultou em mais de 100 mortes – sendo dois policiais civis e dois militares.

Tiago Pavinatto, colunista do Metrópoles, afirma que “as pessoas mortas com roupa de guerra trabalhavam para o narcotráfico”. “Roupa de guerra não quer dizer que fazem parte de um grupo militar. A roupa de guerra é feita para camuflar na mata”, afirma durante o Pavio Curto.

O programa Pavio Curto, apresentado por Tiago Pavinatto, vai ao ar, de segunda a sexta-feira, a partir das 19h30, no YouTube do Metrópoles. Inscreva-se no canal aqui.

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