Fogo amigo do PT tenta atingir Sidônio, que se blinda com Camilo e Fonteles
Sidônio Palmeira é alvo de críticas de petistas pela campanha de Lula à reeleição, mas se apoia em Camilo Santana e Rafael Fonteles

A reação exposta em pesquisas de intenção de turno da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem de lidar com resistências internas.
Grupos que estavam focados nas eleições estaduais querem dar mais pitacos na comunicação e no marketing político entorno da campanha petista ao Palácio do Planalto.
E, para isso, tem atacado nos bastidores o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, e Raul Rabelo, marqueteiro de Lula e sócio do chefe em uma agência de publicidade.
Uma das principais críticas diz respeito ao deslocamento da campanha com as redes sociais, principalmente, no primeiro turno. As iniciativas que têm surtido mais efeito, nas últimas semanas, na comunicação digital partem de parlamentares de outros partidos. Por exemplo, os canais de WhatsApp organizados pelos deputados André Janones (Rede-MG) e Erika Hiilton (PSOL-SP).
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSegundo fontes do partido, Sidônio encontrou apoio político do ex-governador do Ceará Camilo Santana (PT) e do governador reeleito do Piauí Rafael Fonteles (PT), que ganhou força nos bastidores depois de vencer as eleições em primeiro turno com 70% dos votos.
Na quinta-feira (15/10), Fonteles se reuniu, por exemplo, com Gilberto Kassab, presidente do PSD, que rompeu, neste ano, com o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado de Flávio Bolsonaro (PL).


