
Pouca vergonhaColunas

Sexo “express”: como ter uma rapidinha gostosa e satisfatória
Quer saber como aproveitar ao máximo uma rapidinha e garantir que ambos se divirtam no sexo? Aprenda a seguir
atualizado
Compartilhar notícia

Sexo rápido pode até soar como algo ruim para algumas pessoas; para outras, porém, pode ser a saída para aliviar o tesão acumulado ou garantir uma rotina sexual mínima. Sim, é um fato que todos adorariam ter uma maratona de 24 horas de vuco-vuco, mas nem todo mundo está com esse tempo livre. É por isso que, às vezes, quando a agenda fica lotada, reservar apenas alguns minutos para ter intimidade é mais que necessário.
As rapidinhas são uma maneira excitante de implementar espontaneidade no relacionamento e criar uma ruptura na sua rotina sexual habitual.

A sexóloga Erika Thinen é uma “ferrenha” defensora dessa modalidade. Ela destaca que a rapidinha é perfeita para aquele momento de tesão incontrolável ou só para puro relaxamento.
“É um sexo sem burocracia, sem cortejo, direto ao ponto. Para aproveitar bem, basta somente a vontade e o desejo de ambos, sem cobranças, sem muita falação — só o tesão delicioso à flor da pele”, acrescenta.
Dito isso, sessões de sexo mais curtas podem ter algumas conotações negativas — a maioria delas decorrente de expectativas irreais sobre quanto tempo o sexo deve durar. Embora cada um tenha suas preferências, não existe um tempo universal que o sexo “deve” durar.
“Eu costumo comparar o sexo dedicado a um jantar completo, com preparo, dedicação e tempo. E a rapidinha é aquele lanche gostoso que chega na hora perfeita para matar a fome. Os dois são ótimos, e cada um tem seu momento. Nos relacionamentos, as rapidinhas são perfeitas para estreitar intimidade e para manter acesa a paixão e o tesão”, defende Erika.
Como se preparar para uma rapidinha
Quando o tempo está a seu favor, geralmente você consegue se preparar para o sexo de maneiras mais tradicionalmente sensuais. Com rapidinhas, simplesmente não há como pensar em mais detalhes. Entretanto, mesmo que você tenha uma quantidade limitada de minutos, ainda deve planejar o quê, quando e onde fará a sua rapidinha.

Outra medida interessante é focar no “durante”, e não no final. Ou seja: a rapidinha começa bem antes, com o sexting ou a troca de olhares, por exemplo. “De maneira geral, as pessoas valorizam demais o orgasmo. Para mim, o importante não é necessariamente o fim, mas sim o processo. É o tesão puro, olho no olho, beijo na boca, a pegação, tudo isso por si só gera um grande prazer, uma sensação boa, que deve ser compartilhado por ambos”, acrescenta a especialista.
A sexóloga ainda ressalta que é isso que torna as rapidinhas gostosas. Não se deve buscar nada, simplesmente curtir o prazer da troca e do momento.
Por fim, você não deve pensar em rapidinhas como sendo uma “sessão de sexo normal” e mais longa que não deu certo. “O bom da rapidinha é que ela não precisa ser processual, não precisa ser na cama, nem a roupa precisa tirar”, encerra.










