O que acontece com o corpo se você fizer sexo todos os dias
Especialista afirma que não existe um “número limite” para quem quer fazer sexo, mas é importante estar atento aos sinais do corpo

Bem se sabe que a prática regular de sexo faz bem à saúde. Mas e quando transamos demais, ou seja, praticamos o “rala e rola” diariamente? Isso pode ser ruim ou é benéfico ao bem-estar? O tema levanta dúvidas e torna a frequência das relações uma pauta constante em rodas de amigos ou com profissionais da área.

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Ver todasDe acordo com especialistas, não existe um “número limite” para as relações sexuais. Porém, certos cuidados devem ser tomados, além de, é claro, lembrar que o sexo deve ser sempre seguro e consensual.
Em um artigo publicado no site de divulgação científica The Conversation, o gerontologista espanhol Joaquín Mateu Mollá defende que a atividade sexual traz inúmeros benefícios a quem a pratica com frequência.
“Não existem respostas universais que indiquem qual é a frequência ideal para ter todos os benefícios do sexo, depende de cada indivíduo, cada casal, cada contexto…”, indica ele.
A ginecologista e sexóloga Marcela Brito, por sua vez, revela que, independentemente da quantidade, algumas medidas não devem ser deixadas de lado.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“O sexo pode contribuir para o fortalecimento do assoalho pélvico e, em algumas mulheres, ajuda a regular a lubrificação vaginal. Contudo, é importante que a saúde sexual seja individualizada, considerando as necessidades e o bem-estar de cada pessoa”, acrescenta.
A médica afirma que não há um limite fixo de dias seguidos para fazer sexo.
“Do ponto de vista ginecológico, é importante que a mulher observe sinais de irritação ou desconforto vaginal, pois a repetição frequente do ato sexual sem descanso pode predispor a infecções, como a candidíase, ou lesões no assoalho pélvico”, alerta Marcela.
De acordo com Marcela, não há perigos em fazer sexo todos os dias. Porém, é necessário estar atenta/o a alguns sinais do corpo, como ardência, coceiras e irritações. “A sobrecarga emocional, por fim, pode causar estresse e ansiedade, prejudicando a saúde global da paciente”, finaliza.















