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Pouca vergonha

Ginecologista alerta sobre riscos de fazer coito interrompido no sexo

Embora bastante popular, o coito interrompido tem altas chances de falha, além de não prevenir contra IST's

22/10/2024 02:00
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Foto de casal apaixonado com a libido em alta fazendo sexo na cama - Metrópoles

O coito interrompido é um método contraceptivo bastante praticado por casais que desejam evitar a gravidez. No entanto, muitos ignoram que ele é pouco confiável, tampouco eficiente no que diz respeito à saúde sexual.

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A ginecologista Brunely Galvão, do Hospital Brasília, especialista em sexualidade, explica, a quem não sabe, que o método consiste na ejaculação fora da vagina durante o ato sexual.

Embora bastante popular, o coito interrompido tem taxa de falha de 22 a cada 100 mulheres, segundo estudo. “Quando comparado a outros métodos, como a pílula, apresenta um índice de falha elevado”, emenda a expert.

Além disso, durante a relação sexual sem preservativo, existe o risco de que parte do sêmen caia no canal vaginal, já que muitos homens só tiram o pênis quando estão praticamente ejaculando.

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Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar
O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono
É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade
No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança
O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)
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“É importante que, ao escolher esse método, tanto homens quanto mulheres estejam cientes da sua taxa de falha e da possibilidade de uso de método mais eficazes”, alerta Brunely.

Além de ser algo que não garante evitar a gravidez, o coito interrompido geralmente é desaconselhável pelos médicos por não prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Outra desvantagem é que interrompe o sexo na hora do clímax.

Para isso, a ginecologista aconselha o uso de outros meios contraceptivos. “Hoje, dispomos de métodos contraceptivos reversíveis e com baixíssimos índices de falha, a exemplo do implanon e do DIU. A escolha de cada método deve levar em conta o histórico de saúde de cada pessoa e os critérios de elegibilidade da OMS.”